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Gabinete do ensino superior da Madeira

TRADUTOR E INTÉRPRETE

 

Natureza do Trabalho

Os tradutores e os intérpretes são os profissionais responsáveis pela transposição de textos ou discursos de uma língua para outra, permitindo que pessoas que escrevem e falam em línguas diferentes possam comunicar entre si. Apesar da maioria das pessoas julgar que ambos traduzem, na realidade não é isso que acontece: em regra, enquanto o tradutor traduz textos escritos, o intérprete interpreta discursos orais.

Os tradutores são os profissionais que traduzem textos de revistas, livros e documentos de diferentes géneros, sejam estes de natureza literária, técnica ou científica. Para tal, lêem e estudam o texto original, apreendem o seu sentido geral e, em seguida, procedem à sua tradução, procurando respeitar com a máxima fidelidade possível as ideias e o pensamento nele presentes e aplicando a terminologia mais correcta. Estes profissionais fazem também a tradução de legendas de filmes, de peças de teatro, de desenhos animados e de programas audiovisuais, para que estes possam ser sonorizados, dobrados ou legendados. Os tradutores que se dedicam à legendagem de audiovisuais são também designados de marcadores de legendas.

Os intérpretes transpõem um discurso oral emitido numa língua para outra língua e funcionam como elo de ligação entre pessoas que comunicam verbalmente entre si em idiomas diferentes. As principais modalidades de interpretação existentes são a interpretação de acompanhamento, a interpretação judicial e a interpretação de conferência. O “intérprete “de acompanhamento é o profissional que, acompanhando determinada pessoa, interpreta em ambos os sentidos os diálogos que esta estabelece com interlocutores que comunicam numa outra língua. A interpretação judicial, por seu lado, é a interpretação que é realizada no âmbito de um julgamento e a interpretação de conferência é a que tem lugar em reuniões multilíngues formais, designadamente congressos, seminários, conferências, mesas-redondas, encontros ou jornadas.

Os intérpretes de conferência recorrem a dois métodos de trabalho distintos, consoante o tipo de reunião: a interpretação consecutiva e a interpretação simultânea. A interpretação consecutiva é o método mais adequado para as conversações que envolvem um número reduzido de idiomas e de participantes, tais como pequenas reuniões técnicas entre especialistas. Nestes casos, o intérprete de conferência encontra-se junto do orador, ouvindo a sua intervenção e tirando apontamentos; em seguida, interpreta integralmente numa outra língua o discurso ocorrido, como se este fosse seu (isto é, na primeira pessoa do singular). O modo simultâneo, por seu lado, é o método mais adequado para encontros que envolvem um largo número de participantes, garantindo a transposição quase imediata dos discursos orais. No modo simultâneo, a equipa de intérpretes instala-se em cabinas (existem sempre, pelo menos, dois intérpretes por cada cabina), junto de um microfone e com auscultadores, e ouve as intervenções faladas numa determinada língua, transmitindo-as em outras línguas, ao ritmo a que são proferidas, para os ouvintes na sala. A “interpretação simultânea” permite que os participantes num dado encontro multilíngue possam ouvir e falar a sua própria língua durante toda a reunião.

Quer os “tradutores quer os intérpretes” necessitam de conhecer profundamente as línguas com as quais trabalham, principalmente a sua própria língua. Conhecer a cultura dos países onde essas línguas são faladas é também indispensável, nomeadamente no que se refere à sua actualidade política, económica e social. É-lhes exigido, ainda, o respeito pelo sentido, estilo e espírito do que traduzem ou interpretam. Os manuais técnicos, por exemplo, exigem ao “tradutor o domínio aprofundado de termos e expressões técnicas, sob pena de induzir em erro quem os lê”. A tradução de um poema requer um conhecimento profundo do seu autor, das respectivas obras e da sua cultura: a linguagem poética baseia-se muito em imagens e metáforas e o tradutor tem que saber reproduzi-las de forma perceptível e, simultaneamente, manter as suas características literárias.

Os “intérpretes“, por seu lado, devem ter uma certa espontaneidade de expressão, dado que a linguagem oral é, normalmente, mais informal que a escrita. Assim, é-lhes necessário conhecer expressões quotidianas e de gíria existentes nos idiomas que dominam e que grande parte das pessoas utiliza quando fala. Devem ter, ainda, uma grande capacidade de concentração e de memória, treino auditivo e rápida compreensão dos discursos orais, de forma a não perderem nenhuma informação: nas conferências, por exemplo, a maioria das pessoas não se lembra que as suas intervenções estão a ser interpretadas, falando muito rapidamente (sobretudo se estiverem a ler). Como agravante, os intérpretes nunca têm a hipótese de voltar a ouvir o que foi dito. É essencial, por isso, que também tenham excelentes faculdades de análise e de síntese, de forma a que, preservando a continuidade e o sentido dos discursos orais, consigam manter o ritmo da intervenção, sem perder informação.

Nos últimos anos, a inovação tecnológica tem trazido algumas modificações ao desempenho destes profissionais. Os tradutores, por exemplo, viram as suas tarefas facilitadas com a ajuda do computador: graças a ele, é-lhes possível trabalhar o texto com mais facilidade e podem instalar software de apoio à sua actividade, como programas informáticos de “tradução”, dicionários electrónicos e bases de dados terminológicas. Este tipo de software é bastante útil nas traduções de textos que utilizam expressões muito técnicas e cujas terminologias não são muito familiares ao tradutor. O Serviço de Tradução da Comissão Europeia, por exemplo, é um grande utilizador de ferramentas informáticas linguísticas para a tradução assistida por computador. As ferramentas que usa vão desde a tradução automática até aos dicionários terminológicos, passando pelos sistemas de memórias de tradução, os quais gerem uma base de dados de frases traduzidas anteriormente. O desenvolvimento informático levou também ao aparecimento de software específico para a tradução e marcação de legendas, permitindo que estas duas tarefas possam ser realizadas simultaneamente.

Emprego

De uma forma geral, os tradutores podem trabalhar para editoras livreiras, centros de documentação, gabinetes de tradução, empresas ligadas à actividade turística e ao comércio internacional e organismos estatais. Normalmente, a actividade destes profissionais é exercida individualmente e em regime liberal (como trabalhadores independentes). Existem, todavia, tradutores por conta de outrem nas entidades acima referidas e outros que optam por trabalhar em conjunto e montam empresas ou gabinetes, com vista a prestar serviços às organizações que necessitam ocasionalmente de trabalhos de tradução. Nos últimos anos, estes gabinetes têm tido uma procura crescente devido ao aparecimento das televisões privadas que necessitam de especialistas para a legendagem de filmes, programas e espectáculos estrangeiros. Mais recentemente, a televisão por cabo – com programas legendados em português – veio também criar mais hipóteses de trabalho. No mercado de trabalho internacional, os nossos tradutores têm algumas hipóteses de trabalho (ainda que reduzidas) nas grandes organizações internacionais multilíngues que utilizam o português como língua de trabalho, entre as quais se destacam as instituições comunitárias. Estas organizações, além de empregarem”tradutores permanentes, recorrem também a tradutores independentes externos”.

“Tal como os tradutores, os intérpretes são procurados tanto por organismos nacionais e organizações internacionais como por outras entidades que necessitam de recorrer ocasionalmente aos seus serviços”. As suas hipóteses de trabalhar como trabalhadores por conta de outrem no mercado nacional são, no entanto, muito mais difíceis, uma vez que praticamente não existem entidades empregadoras nacionais que tenham intérpretes a tempo inteiro ao seu serviço, sendo os intérpretes de conferência particularmente afectados por esta situação. Em Portugal, os serviços dos intérpretes de conferência que trabalham como profissionais liberais são procurados por instituições públicas e entidades privadas que organizam conferências internacionais no país e no estrangeiro (empresas, ministérios, organizações e associações patronais, sindicais e profissionais, etc.).

No mercado internacional, as oportunidades de trabalho dos intérpretes de conferência resumem-se às organizações internacionais com sede no estrangeiro onde as suas línguas de trabalho são necessárias. As organizações internacionais que têm o português como língua de trabalho não são muitas, mas existem algumas que necessitam de intérpretes com o português como língua passiva (língua a partir da qual interpretam para outros idiomas). De entre as potenciais entidades empregadoras de intérpretes de conferência de língua portuguesa, destacam-se as instituições da União Europeia, o Conselho da Europa e as instituições das Nações Unidas. Tal como acontece com os tradutores, estas organizações recrutam os intérpretes de conferência mediante concurso. Como também precisam de recorrer a serviços externos de interpretação, estas organizações criam, ainda, possibilidades de trabalho aos intérpretes de conferência que trabalham como independentes, regra geral, submetendo-os a um teste.

No nosso país, o acesso às actividades de ” tradução e de interpretação” não está por enquanto regulamentado, pelo que nada impede que pessoas sem a qualificação apropriada exerçam estas actividades. De facto, quem necessita de serviços de tradução e de interpretação opta, por vezes, por contratar pessoas que, apesar de saberem falar ou escrever correctamente na língua materna e em línguas estrangeiras, não são competentes para assegurar o elevado nível de qualidade e rigor destes serviços, pois não detêm as capacidades pessoais nem os conhecimentos técnicos e linguísticos que são exigidos. Apesar do mercado de trabalho dos tradutores e dos intérpretes especializados não estar saturado – existe procura de serviços de qualidade -, esta situação traz-lhes dificuldades, pois têm de enfrentar uma mão-de-obra não qualificada que lhes retira algumas oportunidades de trabalho.

Em Portugal, a localização geográfica destes profissionais centra-se nos grandes centros urbanos (com destaque para Lisboa e Porto), pois é aí que existe maior necessidade dos seus serviços. No plano internacional, a procura de tradutores e intérpretes de língua portuguesa localiza-se principalmente em Bruxelas, dado que é nesta cidade belga que está situada a maioria das instituições da União Europeia onde o português é uma das línguas oficiais de trabalho.

Formação e Evolução na Carreira

Os cursos superiores existentes na área da tradução e da interpretação são, nomeadamente, os seguintes:

Ensino Público
Bacharelato+Licenciatura Estabelecimentos
Tradução Esc. Sup. de Educação de Faro da Univ. do Algarve e Esc. Sup. de Tecnologia e Gestão do Inst. Politéc. de Leiria
Bacharelato Estabelecimento
Tradução e Relações Internacionais Esc. Sup. de Educação de Castelo Branco do Inst. Politéc. de Castelo Branco
Ensino Particular e Cooperativo
Licenciaturas Estabelecimentos
Tradução Inst. Sup. de Línguas e Administração (Lisboa e Leiria)
Tradutores e Intérpretes Univ. Autónoma de Lisboa Luís de Camões e Univ. Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa)
Tradução e Interpretação em Línguas Modernas Inst. Sup. de Línguas e Administração (Santarém)
Ciências da Tradução e Cultura Comparada Inst. Sup. de Línguas e Administração (Vila Nova de Gaia)
Bacharelato+Licenciatura Estabelecimento
Tradução e Interpretação Inst. Sup. de Assistentes e Intérpretes (Porto)

Fonte: Guia de Acesso ao Ensino Superior – Candidatura/98

Apesar de incluírem matérias consideradas úteis para o exercício das actividades de tradução e de interpretação, a opinião das associações profissionais que representam os “tradutores e os intérpretes de conferência” é a de que, de uma forma geral, estes cursos precisam de ser complementados com uma formação prática adequada às necessidades do mercado de trabalho, aos requisitos impostos pelas organizações internacionais e à complexidade das funções inerentes a estas profissões. De acordo com estas associações, quem queira ser um profissional especializado em tradução e/ou interpretação deve complementar o máximo possível a sua formação, nomeadamente através da frequência de intercâmbios universitários em países estrangeiros e da realização de cursos de aperfeiçoamento, no país e no estrangeiro.

Em Portugal, e na área da tradução, além dos cursos acima referidos, existem, ainda, cursos em Línguas e Literaturas Modernas, com opções curriculares em Tradução. Quem pretenda aprofundar os seus conhecimentos técnicos e linguísticos tem ao seu dispor diversas formações em Tradução (cursos de especialização, pós-graduações, mestrados, etc.), destinadas a diplomados na área e/ou a tradutores profissionais. Além da formação académica, os estudantes e os profissionais desta área devem recorrer também à auto-aprendizagem, procurando obter conhecimentos por outras vias. Com esse objectivo, devem-se equipar com todos os meios formativos auxiliares possíveis, designadamente livros e dicionários de consulta e de investigação, bem como software de apoio a trabalhos de tradução.

A necessidade de complementar a formação académica também é comum aos intérpretes, mas é na área da interpretação de conferência que ela é maior. De acordo com as associações profissionais portuguesas que representam os intérpretes de conferência, a preparação académica óptima para o exercício desta profissão consiste numa licenciatura seguida de uma pós-graduação ou uma especialização em interpretação de conferência. Em Portugal, a única oferta formativa que existe a este nível é o Curso de Especialização em Interpretação de Conferência, ministrado pelo Instituto de Letras e Ciências Humanas da Universidade do Minho.

A escolha das línguas de trabalho deve ser muito bem pensada e feita de acordo com as necessidades do mercado de trabalho e com o trajecto profissional que se pretende percorrer. Um primeiro factor a ter em conta é que as oportunidades de trabalho são tanto maiores quanto maior o número de línguas com as quais se trabalha: quem domine mais do que uma língua estrangeira pode, à partida, aceitar mais trabalhos do que aquele que só conhece apenas uma língua estrangeira. Por outro lado, deve-se procurar obter uma combinação linguística menos vulgar. Na área da tradução, o mercado de trabalho está sobretudo saturado de profissionais que dominam somente o inglês e/ou o francês, pelo que é aconselhável saber trabalhar com outras línguas. Na área da interpretação, e apesar de alguma saturação, esta combinação linguística continua a ser a mais procurada. Contudo, é conveniente – embora não seja indispensável – poder trabalhar com duas línguas activas (línguas para as quais se interpreta) e dominar pelo menos mais uma terceira, passiva.

No mercado de trabalho internacional, e sobretudo para quem deseje vir a ser intérprete de conferência, a combinação linguística mais procurada nos intérpretes de língua portuguesa é o inglês, o francês e uma terceira língua estrangeira menos habitual. Atendendo às necessidades das instituições europeias, esta terceira língua pode ser o alemão, o dinamarquês, o neerlandês (que compreende o holandês e o flamengo), o sueco, o grego ou o finlandês. No plano internacional, em geral, existe também uma procura crescente de intérpretes que trabalhem com as línguas faladas na Europa central e oriental (russo, polaco, checo, húngaro, etc.) e com aquelas que registam uma crescente projecção internacional, tais como o árabe, o chinês ou o japonês.

Tendo em conta que são chamados a trabalhar sobre os mais diversos temas, é fundamental que tanto os tradutores como os intérpretes desenvolvam, além das suas competências linguísticas, a sua cultura geral. Os textos que traduzem ou os discursos que interpretam podem ser dedicados a áreas tão diversas como economia, agricultura, direito, engenharia, informática ou medicina e é importante que estes profissionais estejam familiarizados com a terminologia utilizada no âmbito dessas matérias, de forma a compreenderem com facilidade o que é dito ou escrito e a preservarem o seu sentido. É essencial, por isso, que tenham curiosidade intelectual, que investiguem sobre o maior número possível de assuntos e procedam a uma actualização diária de conhecimentos. As expressões e os termos técnico-científicos devem ser alvo de uma pesquisa mais atenta, pois são muito específicos e não são utilizados na linguagem comum. Além disso, à medida que o conhecimento científico vai evoluindo, é habitual surgirem novas palavras. Em Portugal, as áreas de medicina, engenharia, economia e direito são aquelas em que existe uma maior quantidade de trabalhos de tradução e de interpretação, pelo que o conhecimento da linguagem utilizada nestas áreas pode constituir uma importante mais-valia no mercado de trabalho.

Condições de Trabalho

Os tradutores desenvolvem habitualmente a sua actividade num gabinete, em casa ou nas instalações da entidade contratante, onde reúnem os seus instrumentos de trabalho, tais como um computador (preferencialmente com correio electrónico e Internet), modem, fax, livros, dicionários e outros utensílios e documentação que considerem necessários à sua actividade profissional. O seu ritmo de trabalho é flexível e a sua carga horária semanal é variável, dado que estes profissionais gerem o seu tempo em função do número de trabalhos e dos prazos de conclusão e entrega dos mesmos. Um dos aspectos que distingue claramente a sua actividade da dos intérpretes é o facto de que, ao contrário destes, os tradutores dispõem de tempo suficiente para proceder às consultas bibliográficas necessárias à obtenção de um texto final técnica e linguisticamente correcto.

A actividade de interpretação, por seu lado, encontra-se associada a uma forte componente de imprevisibilidade, o que obriga o intérprete a preocupar-se sobretudo com a mensagem essencial do discurso transposto e não tanto com a sua transposição integral. Esse factor leva também a que esta profissão seja muito exigente do ponto de vista físico e mental, pois o intérprete necessita de estar altamente concentrado e de acompanhar o ritmo das intervenções, ouvindo e falando ao mesmo tempo. Por esta razão, a resistência física e uma boa saúde constituem requisitos importantes para quem pretenda exercer esta profissão. Ser intérprete significa, ainda, estar disponível para se ausentar de casa, pois é uma profissão com um elevado índice de mobilidade geográfica. Por outro lado, podem desenvolver a sua actividade nos mais diferentes ambientes de trabalho: quando fazem interpretação consecutiva podem trabalhar ao ar livre, enquanto na interpretação simultânea trabalham em cabinas (as quais devem reunir determinadas condições técnicas e estar preparadas para acolher, pelo menos, duas pessoas).

A flexibilidade de horário dos intérpretes varia muito em função do tipo de serviço que prestam. Uma equipa de intérpretes de conferência, por exemplo, pode ser chamada para trabalhar numa conferência de imprensa com uma duração de apenas 45 minutos, no período da manhã, e ser solicitada para interpretar uma delegação durante uma visita, no período da tarde. Em conferência, os intérpretes possuem horários mais rígidos, acompanhando os ritmos das sessões de trabalho (máximo 2 x 3,5 horas/dia), geralmente intervaladas com pausas para refeições e café.

Perspectivas

Actualmente, as profissões de tradutor e de intérprete desempenham um papel importante no funcionamento das sociedades modernas, dado que estas necessitam cada vez mais de comunicar entre si, em virtude de fenómenos generalizados como a internacionalização da economia, a rapidez da circulação da informação pelo mundo ou o crescimento da concertação entre países perante questões mundiais (como a defesa do ambiente ou o respeito pelos direitos humanos, por exemplo). Neste contexto, o mercado de trabalho para os tradutores e intérpretes é bastante variado e apresenta boas perspectivas, havendo uma série de possibilidades de trabalho a considerar.

Contudo, as novas exigências do mercado de trabalho, aliadas ao crescente número de pessoas que conhecem e utilizam línguas estrangeiras, têm conduzido a uma crescente especialização destas profissões. Deste modo, quem inicia uma carreira de tradutor e/ou de intérprete deverá contar com um mercado de trabalho exigente e cujo acesso não é garantido pelo mero conhecimento de línguas estrangeiras. Deverá adquirir, por isso, técnicas especializadas em tradução e/ou interpretação e é essencial que invista em conhecimentos técnicos e conhecimentos gerais, através, por exemplo, de estágios curriculares e profissionais no país e no estrangeiro e de um esforço constante na investigação e na auto-formação.

O domínio aprofundado de um maior número possível de línguas estrangeiras é, entre outros, um trunfo importante que pode aumentar as hipóteses de trabalho. Apesar do inglês e do francês continuarem a ser línguas bastante requisitadas, a oferta dos que trabalham com esses idiomas é elevada, pelo que é aconselhável estudar outras línguas, nomeadamente as utilizadas oficialmente na União Europeia, bem como as que se prevêem vir a sê-lo, com a integração de novos membros comunitários.

Contactos para Informações Adicionais

Existem várias entidades que podem fornecer informações adicionais sobre esta profissão, nomeadamente:

Ass. Port. de Tradutores (APT), R. de Ceuta, 4-B, Gar. 5, 2795 Linda-a-Velha,

Web site: http://www.apt.pt

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Dicas de Cristina Achcar                                                                                                Professora Tradutora e Intérprete                                                                             Diretora de mcatrad intérpretes

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