Principais diferenças entre “Tradutores” e “Intérpretes”

Principais diferenças entre “Tradutores” e “Intérpretes”

É normal confundir essas duas funções, já que muitas pessoas desconhecem as diferenças entre eles. O papel dos dois profissionais é similar no que corresponde ao conceito de tomar um material – seja falado ou escrito – em um idioma e passá-lo a outro. A questão é que o processo de como isso será feito é quem marca as diferenças.

A “tradução” está mais focada no âmbito escrito e a interpretação envolve o universo da linguagem oral e suas vertentes. Neste caso, refiro-me aos diferentes sotaques, diferentes tipos de vocabulário (mais literário, técnico, ou até científico)

tradutora

O “tradutor” para exercer seu trabalho usa ferramentas de suporte para dar-lhe mais facilidades a hora de transferir um material de um idioma a outro. Tais ferramentas podem ser: dicionários, glossários, softwares. (As ferramentas tecnológicas de tradução devem ser usadas com cautela, falamos delas em um post anterior). Para realizar o trabalho de “tradução, o profissional não só deve conhecer muito bem os idiomas com os que vai trabalhar”, mas também, realizar um estudo e pesquisa das palavras adequadas a esse assunto. Pode que esse estudo e pesquisa envolva até mesmo uma questão regional, já que países que falam os mesmos idiomas apresentam com frequência diferenças em suas terminologias. Exemplo: inglês britânico, ou americano, espanhol da Espanha ou da América Latina.

cris achcar tradutora

Já o” intérprete, por sua vez, concentra seu trabalho em transmitir oralmente a mensagem escutada.” Essa “transmissão” pode ser feita de diferentes formas: simultaneamente (“traduzir ao mesmo tempo em que escuta. É necessária a capacidade de pensar em forma rápida e ter boa memória para recordar vocábulos específicos”, já que não há tempo de buscar palavras ou pensar se este ou aquele termo ficaria melhor), consecutivamente(o palestrante fala por alguns momentos e o “intérprete espera uma pausa para poder traduzir tudo o que foi dito – requer capacidade de memória e síntese para não omitir nada importante e tampouco mudar o discurso), ou em forma sussurrada(o intérprete” posiciona-se bem próximo de quem necessita a” tradução” e vai falando ao mesmo tempo que o palestrante). No caso do trabalho de interpretação as ferramentas serão diferentes, pois aqui serão necessários equipamentos específicos de som como microfones, fones, a cabine acústica em se tratando de tradução simultânea. Para a consecutiva, além da boa memória, é indispensável a boa e velha dupla “papel e caneta”

Tecnicamente falando, o “tradutor” não deixa de ser um “intérprete”. Afinal, nossa função é transmitir uma informação de um idioma a outro de maneira que fique claro e preciso interpretado sempre o que não deve ser omitido e como deve ser transmitido. O que os diferencia dos conhecidos “tradutores” automatizados é que somos capazes de transmitir essas informações usando emoção e sendo capazes de escolher a palavra certa para que a mensagem não se perda e contenha a mesma emoção que o autor de um texto quer que o leitor sinta, por exemplo. Então, torna-se fundamental o conhecimento e o estudo da Linguagem – o que é proporcionado pelo curso de Letras -, afinal só “saber comunicar-se nos dois idiomas” não é suficiente. Gostar de ler, pesquisar, e ter dedicação plena são fatores que constroem um bom “tradutor/intérprete”

Por Cris Achcar

mcatrad

 

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Profissionais especializados em comunicação tradutores e intérpretes SP.

voz
mcatradutores

 

Nos dias de hoje, mais do que nunca, todos nós precisamos
de saber línguas — seja para viagens de lazer ou de
negócios, para estudar no estrangeiro ou trabalhar.
Impõe-se, pois, incentivar a aprendizagem de línguas
estrangeiras desde muito cedo, promovendo a continuação
do seu estudo ao longo da vida.
No entanto, há alturas em que não temos as competências
linguísticas necessárias: ou não sabemos a língua em
questão, ou há demasiados riscos envolvidos para
que possamos depender exclusivamente das nossas
competências. É nestas situações que é necessário recorrer
a profissionais especializados em comunicação multilingue:
tradutores e intérpretes.

Interpretação:
O que se entende por interpretação e tradução?
Gostaria de seguir uma carreira em interpretação
ou tradução?
Necessita de contactar um profissional da tradução
ou da interpretação?

cris achcar tradutora
tradutora intérprete Cris Achcar

“Tradução”

A “tradução” é uma profissão. Se bastasse ter um bom
dicionário, as traduções de má qualidade não seriam tão
frequentes (lembre-se de todos os manuais de instruções
incompreensíveis, assim como dos divertidos avisos
nos hotéis!).
Ser capaz de falar e escrever numa
língua estrangeira não significa que se
é capaz de fazer uma” boa tradução.”

Apesar de algumas pessoas traduzirem para mais do que uma
língua, regra geral os tradutores especializam-se numa
única direção. Ter um conhecimento passivo ou ativo de uma
língua não é o mesmo. Além disso, um “tradutor literário “não é
necessariamente capaz de traduzir um contrato jurídico, e um
tradutor de manuais de gestão certamente não será escolhido
para uma “tradução” no domínio da medicina

Traduções automáticas:
Algumas “traduções” automáticas são bastante boas,
mas os computadores nunca serão capazes de traduzir
como um ser humano, uma vez que as subtilezas e
as nuances da linguagem humana continuam fora do
alcance da inteligência artificial. No entanto, os programas
informáticos atualmente disponíveis no mercado são cada
vez mais poderosos e constituem uma ajuda preciosa para
os “tradutores”.

A pesquisa:
A pesquisa é uma parte essencial
da “tradução”. Os tradutores têm de
analisar e avaliar de maneira crítica
as fontes de informação e os termos
encontrados nos glossários.

Mcatrad

tradutores e intérpretes SP

sitio matéria

Un poco de historia de los traductores profesionales

Pues es un poco largo el artículo, pero merece la pena profundizar un poco en la vida de aquellos tradutores que nos traen el arte literario desde cualquier rincón de las lenguas.

 

El arte supremo de la traición

Dos libros de autores locales aparecidos recientemente ponen luces sobre el oficio de la traducción: la biografía del primer traductor del “Ulises” al castellano y la primera traducción íntegra del “Finnegans Wake”.

Gonzalo Leon
El escritor y traductor español Javier Calvo publicó hace unos meses un ensayo sobre la historia de la traducción: El fantasma en el libro (Seix Barral). En él cuenta que este oficio en un inicio empezó siendo algo de príncipes y de sabios, que luego estuvo vinculado con la religión, y que siempre hubo textos imposibles de traducir, básicamente porque se les consideraba sagrados, porque era tabú o porque era extraño ver un mismo texto en dos idiomas.Cuenta que, en Roma, Marcelo Tulio Cicerón fue el “primer traductor estrella de Occidente”. En esa época la filosofía griega no se traducía: “La idea misma de coger los conceptos de la filosofía y traducirlos al latín resultaba chocante; imperaba la idea de que para eso habría que inventar un idioma nuevo”. Pero también los textos religiosos eran intraducibles: “Era tabú pervertir los textos sagrados escribiéndolos bajo una forma distinta a la original”. Pero además los romanos “no concebían que se pudiera escribir el mismo libro en dos idiomas, les resultaba una idea demasiado extraña”. Cicerón, contrario a las ideas de su tiempo, sí creía que podían traducirse textos filosóficos y a eso dedicó la última parte de su vida. Tal vez esta desfachatez propia de Cicerón, pero que también puede encontrarse en José Salas Subirat y Marcelo Zabaloy, los primeros traductores al castellano de las vanguardistas obras de James Joyce, es la actitud que ha llevado a desacralizar ciertos textos y llevarlos de un idioma a otro.Al parecer es necesaria esta falta de respeto para traducir textos en algún grado sacros. Pasó con la traducción de la Biblia al latín que emprendió Jerónimo de Estridón, a quien el papa Dámaso I le encomendó en el año 382 dicha tarea.Borges tenía una tesis con relación al carácter sagrado de los textos. Cuenta que cuando tradujo para Victoria Ocampo a André Gide suprimió “algunas repeticiones completamente idiotas”. Entonces Victoria le dijo que no podía hacer eso, porque el espíritu de Gide se perdía, pero él ironizaba con esto: “Lo que pasa es que una vez que algo aparece en letras de molde, en un libro, ¡ah!, ya es sagrado, no se puede tocar, solamente puede ser como es”. Las traducciones de Borges estaban hechas con una concepción del siglo XIX ya que, como explica Calvo, en ese tiempo la tarea de los escritores-traductores “consistía en mejorar a los autores de épocas anteriores y corregir sus errores”.

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“tradutores e Intérpretes de São Paulo”

“tradutores em São Paulo”

“tradutore e intérpretes em Campina

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“tradutores e intérpretes em Santos”

 

Equipamentos tecnicos de la interpretação simultanea parte 2

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Artigo em Espanhol
segunda parte
Estas normas, que fueron elaboradas juntamente con la Comisión Técnica de la Asociación
as, tratan principalmente los siguientes temas:
características, especificaciones y dimensiones de cabinas de interpretación simultánea móviles y
fijas, equipamiento, instalaciones, aislación acústica, iluminación, ventilación. Veamos algunos
detalles rela
cionados con estos puntos.
Cabinas de” interpretación simultánea” móviles y fijas
Hay pocos auditorios en la Argentina que cuenten con cabinas construidas específicamente para
tal fin. Cuando ése es el caso, se trata de salas cuyo objetivo es la realización
de conferencias,
por ejemplo, las del Auditorio Raúl Prebisch del BID
INTAL. En la mayoría de los casos se
recurre a cabinas móviles desmontables que se instalan en salas con múltiples propósitos, desde
un salón en un hotel cinco estrellas hasta un contai
ner en un yacimiento petrolífero en la Patagonia.
El equipamiento suele alquilarse a empresas y de esta manera se adecua la cantidad de equipos a
las necesidades de cada reunión. Una de las ventajas por las cuales se ha impuesto esta opción esque se evitael riesgo de que el equipamiento instalado se torne obsoleto.
Características, especificaciones y dimensiones
Tal cual lo expresa Walter Jumpelt,
(6)
se podrían escribir varios volúmenes sobre los conflictos
que las medidas de las cabinas han ocasionado
a lo largo de los años. La cabina es una estación
de trabajo, comparable a la de un avión para un piloto. ¿Cuánto espacio tiene a su disposicióncualquier empleado en una oficina? AIIC exige 3,2m² por intérprete ya que los intérpretes pasanla mitad de su
vida dentro de una cabina. En 1974, la ISO 2603 especificó que las dimensiones
mínimas debían ser 225 cm de ancho, 190 cm de altura y 150 cm de profundidad. Por ende,cabe esperar que uno pueda levantarse sin molestar a su compañero, que tengan una puertaqueno abra hacia adentro y que su interior no nos dé la impresión de estar dentro de un calabozo ode una pocilga.
Aislación acústica
Cada equipo de intérpretes debe estar aislado para así evitar distracciones provenientes de las
otras “cabinas, del auditorio “o del resto del edificio. Corresponde señalar que, merced alequipamiento de última generación, en la actualidad se pueden desarrollar conferencias en las que,
además del orador, haya hasta veintiún intérpretes hablando al mismo tiempo, lo que significaveintidós idiomas. A riesgo de caer en una perogrullada, las cabinas deben armarse alejadas detodo lugar en donde haya ruido, ascensores, pasillos muy transitados, el lavadero de la planta ouna turbina a gas.
Visibilidad
¿Dónde se debe armar una”cabina”? Frente al estrado o en un lugar desde donde se pueda ver alorador y al auditorio. En salas de grandes dimensiones se aconseja montarla sobre una plataformade modo de poder ver mejor. ¿Por qué es necesario ver además de oír bien? Porque el mensajeque
intenta transmitir el orador no se basa exclusivamente en las palabras. Para ello se recurre auna serie de ayudas, desde un simple pizarrón hasta una computadora, con las que refuerza sumensaje. Además, la interpretación de conferencias se da dentro de
una situación comunicativa enla cual los diferentes interlocutores se valen de gestos, levantan las manos, se ponen de pie, lo quecontribuye a comunicar un determinado mensaje. Por este motivo, las cabinas han de contar conuna superficie vidriada
que permitan ver tanto la parte frontal como lateral.
Iluminación
No sólo se necesita ver lo que pasa fuera de la cabina sino también adentro. En muchas
ocasiones, se necesita leer y preparar documentación, hacerle alguna nota al compañero, otrabajar con varios documentos a las vez mientras queel auditorio está a media luz debido a quese está proyectando información en una o varias pantallas. Por esta razón, las normas prescribenque cada intérprete cuente con su propia fuente de luz.
Ventilación
Además de
oír y ver bien, los “intérpretes de conferencias” necesitan respirar. Dado que la cabina
tiene que estar aislada acústicamente, en el caso de las móviles es necesario contar con un dispositivo que renueve el aire y que lo haga sin producir vibraciones ni rui
dos que perturben tantoa los !” intérpretes “como a los usuarios de la interpretación. Cuando se trata de cabinas fijas, deben
estar equipadas con aire acondicionado.
Equipamiento
Cada intérprete trabaja con un micrófono, que puede estar sobre una base indiv
idual,incorporado a una consola individual o bien montado con los auriculares formando una solaunidad. El “intérprete” habilita su micrófono mediante una consola. Si hay una sola, ésta está
ubicada en el centro de la mesa y, además de habilitar y deshabili
tar el micrófono, permite a cada
intérprete controlar el volumen del orador, interrumpir momentáneamente la señal con el botón de tos, y en caso en que se trabaje con más de dos idiomas en la conferencia, optar por escuchar el orador o a alguno de sus cole
gas en las cabinas vecinas.
Las consolas más modernas son individuales y tienen un display alfanumérico. A su vez, hay un conjunto de LEDs de diferentes
colores que nos muestran qué está conectado y qué no. En tercer lugar, cada intérprete trabajacon su par de auriculares; se suele coincidir en que cuanto más livianos, mejor. Por último, vale lapena señalar que los intérpretes prefieren
trabajar cómodamente sin enredarse en un “galimatías”
de cables y conexiones.
Y en último lugar pero no en importancia.
..
Sillas, una para cada “intérprete”. ¿Qué silla escogerían para su escritorio frente al cual pasarán seis horas como mínimo por día? Seguramente una con diseño ergonómico, por lo que un “intérprete” tiene derecho a estar sentado en una silla cómoda. A eso se
le suma una superficie de apoyo (queno se caiga) en la cual se pueda trabajar cómodamente, lo que significa poder apoyardocumentación, un vaso de agua y todo lo que se necesite para la conferencia. Dentro de lacabina, los estantes sobre la mesada o debajo de ella son absolutamente necesarios si de deseatrabajar en un ambiente ordenado.
Todo lo visto hasta este momento es lo podríamos denominar “cabina adentro”. Todo lo que estáfuera de la cabina merece su lugar en una segunda nota sobre el tema.
Notas:(1)
Intérprete de conferencias de amplia trayectoria. Miembro de ADICA y AIIC. Ex docente de lacarrera de traductorado público de la UBA y de traductorado literario y técnico
científico del
INESLV “J.R.Fernández”.
(2)
Organización Internacional de No
rmalización, Norma ISO 2603:1983
General characteristics and equipment.
(3)
Organización Internacional de Normalización, Norma ISO/DIS 2603
Booths for simultaneous
interpretation.
General characteristics and equipmen
t.
(4)
Organización Internacional de Normalización, Norma ISO/4043: 1981
Booths for simultaneous
interpretation.
Mobile booths. General characteristics and equipment.
(5)
Organización Internacional de Normalización, Norma ISO/DIS 4043.
Mobile booths for
si
multaneous interpretation. General characteristics and equipment
(6)
Jumpelt, R. Walter.
The Conference Interpreter ́s Working Environment under the New ISO
and IEC Standards.
META XXX, 1
Erratas
1. Corresponde señalar que, merced al equipamiento de última generación, en la actualidad se
2.
En 1974, la ISO 2603 especificó que las dimensiones mínimas debían ser 225 cm de ancho, 190
cm de altura y 150 cm de profundidad.
3. Dentro de la cabina, los estantes sobre la mesada o debajo

de ella son absolutamente necesarios

si de desea trabajar en un ambiente ordenado.
(Segunda parte)
Olga Álvarez de BarrEn
Molinos de Viento
En la primera parte de este trabajo, nos concentramos en lo que se denominó el mu
ndo “cabina
adentro”. Todo lo que se encuentra “cabina afuera” merece también su espacio, así como lo
merece la estructura técnica que exige una interpretación consecutiva en determinados auditorios.
Cuando llegamos a una sala en la que se han de prestar
los servicios de interpretación simultánea,
lo primero que notamos son las conspicuas cabinas a cuyo lado se ve un conjunto de equipos.
Veamos cuáles son y qué funciones desempeñan.
Los equipos que proveen el sonido básico tienen como función hacer llega
r la señal a la cabina
además de contribuir al refuerzo de palabra. Corresponde advertir que existen dos grandes
grupos: los analógicos y los digitales.
Los
equipos analógicos
constan de los siguientes elementos:
Consola de audio
: Para un lego, tiene la a
pariencia de un conmutador en el que puede haber
cientos de perillas de distintos colores, muchas de las cuales están rotuladas por el operador para
su fácil identificación. Desde la consola, el operador tiene control sobre los micrófonos, susrespectivosvolúmenes y su ecualización; asimismo, identifica cada uno de los micrófonos, a fin dehabilitar uno a la vez y, de ser necesario, impedir que llegue más de una voz a los auriculares delos intérpretes. También es importante recordar que puede manejar losagudos y graves, pero alser varios los “intérpretes,” el operador generalmente no es el que cambia estas variables, a menos
que todos tengan el mismo gusto o el mismo problema; por ello, esta función la modifica cadaintérprete desde su consola individual.
Sabemos que la vida es imperfecta. Los equipos también. No hace mucho tiempo, a un sufridogrupo de colegas y a mí nos ocurrió que, una vez realizada la prueba de audio de rigor antes de laconferencia, al comenzar a hablar el orador la consola no funcion
ó por razones que en esemomento preferimos ignorar. Eso significó que, tras largos minutos durante los cuales no sesolucionó el inconveniente, el organizador rogara a los intérpretes que hicieran la presentación enconsecutiva ante un auditorio de mil pe
rsonas.
Amplificador de potencia
: Tal como su nombre lo indica, cumple la misión de potenciar el
sonido de la sala para beneficio de aquellos asistentes que momentánea o permanentemente no
recurren a la interpretación.
Si bien los clientes no tienen por q
ué conocer los pormenores que implica la contratación de los
intérpretes de conferencias (recursos humanos) y del equipamiento específico (recursos
materiales), hay veces en que para reducir costos sus propuestas son sorprendentes. Recuerdo un
caso en el q
ue se pretendía hacer salir la interpretación directamente por los parlantes para no
tener que alquilar los receptores, lo que hubiera significado que el orador y los sufridos miembros
del auditorio no sólo oirían la presentación sino la interpretación al
mismo tiempo. La consiguientepropuesta fue que no se le diera volumen al orador, lo que hubiera significado que se oiríaexclusivamente la “interpretación “y por ende se discriminaría a quienes entendían el idioma deldisertante.
Casetera de audio:
Término
más accesible para el común de nosotros. No obstante, vale
señalar que hay determinadas conferencias en las que se puede estar grabando las versiones
provenientes de varias cabinas al mismo tiempo que se está registrando el sonido de sala tal como
se da si
n solución de continuidad.
Micrófonos
: Los hay de todo tipo y gusto. Desde los fijos de mesa o de pie, que se ubican según
el formato que tenga la reunión, hasta los volantes, que son inalámbricos y se pasan a aquellos que
quieren hacer uso de la palabra.
Los oradores suelen trabajar con un corbatero, que les deja las
manos libres.
Así como a veces los “ntérpretes” olvidamos habilitar el micrófono, hay ocasiones en que los oradores olvidan apagar los corbateros. Durante un breve receso en un seminario, micompañeray yo nos quedamos en la cabina y, de pronto, descubrimos que teníamos los auriculares puestos yque lo que llegaba a nuestro oídos era el orador que estaba en el baño con el corbateroencendido.Unidades de delegados
: Son muy similares a las consolas individuales que usamos los
intérpretes. Cada una cuenta con un micrófono que el delegado activa cuando toma la palabra.Las más modernas tienen un display alfanumérico y permiten el acceso a los diferentes canales de
interpretación.
Inmersos en la v
orágine del debate, los delegados suelen cometer algunos deslices que revisten
mayor o menor gravedad. En cierta ocasión, en el medio de una negociación muy dura,
refiriéndose a un par de otro país, el jefe de la delegación le dijo a un colega sentado a sulado y amicrófono abierto: “Pero no te das cuenta de que el pibe no quiere hablar de…”.Compactera:
Accesorio que sirve para transmitir música de fondo durante los recesos, antes de
que empiecen las sesiones y en el momento de su conclusión.
Por su parte, lossistemas digitalesson equipamientos que corresponden a una nueva
concepción, ya que están comandados por una unidad central que procesa todas las señales aligual que un bus de comunicaciones digitales.
¿Qué significa esto? Nada más ni nada menos
que una ventaja en materia de calidad. Esto se
debe a que, en principio, toda la información viaja en paquetes llamados “bits”, lo que hace másfácil su amplificación y su separación, entre otras características. De este modo, los “intérpretes” se
ven favore
cidos, pues toda la señal llega a la cabina con un nivel de ruido nulo, tanto en la
comunicación entre cabinas cuando se recurre al
relay
(1)
como cuando el sonido llega
directamente a las cabinas desde los micrófonos de los disertantes o de los delegados
.
La
unidad de control central
puede funcionar completamente como una computadora, lo que le
permite a un solo operador comandar una sala con hasta doscientos micrófonos y varias cabinas.
Mediante un monitor, el operador controla el correcto funcionamiento
del sistema y además tiene
la posibilidad de corregir fallas e incluso controlar el correcto canal de salida de todas las cabinas
de interpretación sin necesidad de escuchar con un receptor. Debe tenerse en cuenta que para un
operador sería muy difícil di
stinguir el canal correcto entre dos “diomas “orientales, por ejemplo.
Existen varios medios para transmitir la señal de la cabina al auditorio que diferencian los distintos
sistemas de interpretación simultánea. Los sistemas más importantes son: 1) los de
FM; 2) los de
AM (inductivos), y 3) los infrarrojos.
Sistemas de FM
: La señal se transmite por frecuencia modulada con una pequeña antena. Su
ventaja fundamental es el bajo costo. La mayor desventaja es que al utilizarse frecuencias muy
cercanas a las band
as comerciales se corre un alto riesgo de interferencias y, así, de estar
interpretando toda una tarde con música de bailanta de fondo. Este equipo se utiliza comúnmente
en el interior del país o es requerido especialmente para espacios abiertos.
Sistemasde AM (inductivos):
Los equipos de AM transmiten en alta frecuencia, muy alejada de
la banda comercial. Esta característica implica que cada receptor debe estar muy cerca de laantena de tranconferencias, tratando de que cada receptor no quede a más de cuatro o cinco metro de ella. Suventaja es el bajo costo y el buen rendimiento. La desventaja es que no mantienen laconfidencialidad del auditorio, o sea, que se puede escuchar lo quese está deliberando fuera de lasala con un receptor, lo que constituye un verdadero problema si se trata de discutir el plan demarketing de una gran empresa. Los sistemas de comunicaciones modernos influyen cada vez más
en este tipo de equipos y la antena es un elemento mecánico que hace correr ciertos riesgos.Sistemas infrarrojos: Constituyen la última generación de equipos ya que la señal se transmitepor radiación de infrarrojos desde un elementollamado “radiador” hasta el receptor. La ventajaes que mantienen la confidencialidad de la sala, ya que la señal no sale de ella si se mantienen laspuertas cerradas. Esto permite trabajar con los mismos canales en salas contiguas, lo que resultamuy importante en congresos con múltiples salas. Además, en laactualidad tiene la posibilidad detransmitir y separar hasta veintiún canales. Dado que existe una gran variedad de radiadores, se
pueden cubrir distintos tipos de salas y, además, el sistema es totalmente inmune a interferenciascomunes de radiofrecuencias. Su desventaja es que son más onerosos y que pueden sufrir
interferencias causadas por la radiación solar en su uso al aire libre.
Ya que acabamos de mencionar los
receptores,recordemos que a cada usuario, ya sea orador o
simple integrante del auditor
io, se le da un receptor, provisto de un par de auriculares. Cuenta con
control de volumen y la posibilidad de escoger el canal que transmite el idioma en que se deseaescuchar. Así, habrá tantos canales habilitados como idiomas oficiales en la conferencia
.
Los más modernos son muy livianos, caben en un bolsillo y permiten que el usuario se muevacómodamente sin perder el sonido. Los “receptosaurios” obligan a los usuarios a convertirse enuna suerte de granadero pues si osan moverse, pierden la interpreta
ción. También hay modelos
ideales para masoquistas que al cabo de una jornada de ocho horas dejan un recuerdo imborrableen las orejas.
(2)
Hasta aquí se presentaron los equipos que se usan exclusivamente para el servicio de
interpretación simultánea. Ant
es de pasar a otra familia que se usa para la provisión de otros
servicios, no debemos olvidar que un error en el que incurren los clientes con bastante frecuenciaes pensar que si se opta por un servicio de interpretación consecutiva, no es necesario contratarningún tipo de equipamiento. En reuniones con este formato, se deben considerar los equipos
hasta aquí mencionados y adaptarlos según las circunstancias.
El operador bajo cuya responsabilidad se halla la operación del equipamiento de “interpretacións”
imultánea también colabora con otros proveedores de servicios técnicos que coexisten endeterminadas conferencias. Es así como a través de los
distribuidores de audiopasa la señal aun canal de televisión, a un equipo de videofilmación y a representantesde la prensa. Hayocasiones en las que el servicio de interpretación se da en un banquete (con orquesta incluida) en
el cual coexisten varios especialistas de sonido.
A cargo de las asistentes de sala se encuentran las proyecciones de transparencias, diapositivas yvideos en pantallas de todo tamaño. Otros operadores se encargan de las proyecciones en video-walls, el uso de computadoras, la proyección de datos, los monitores, la iluminación, etcétera.
Todos estos elementos se suman para apoyar a los oradore
s en la presentación de sus temas.
Ahora bien, corresponde reiterar que toda esta parafernalia técnica que rodea a la interpretaciónde conferencias es un aspecto que, cuando satisfactorio, pasa inadvertido por muchísimosusuarios. “Para que una conferencia salga realmente bien se necesita un buen orador, un buenintérprete y un buen sonido”, decía Genoveva Sojo
(3)
en la primera parte. Si deseamos hacer
justicia, hay que agregar que el mejor equipamiento técnico no cumple su cometido si no está en
manos de
un buen operador y si no se trabaja con atentas asistentes de sala.
¿Quiénes son estos “directores de orquesta” que junto con las asistentes de sala brillan por su
invisibilidad y a los que, lamentablemente, pocas veces se les agradece públicamente todo e
l
esfuerzo que hacen entre bambalinas? Pablo Salas
(4)
me explicó que la mayoría son técnicos
especializados en sonido para los cuales la operación del equipamiento específico de
interpretación simultánea no presenta mayores dificultades. Por lo general, s
on las empresasespecializadas en estos servicios las que se encargan de brindar la capacitación específica a supropio personal. Hay veces en que empiezan cargando equipos y, con el correr de los años y laadquisición de experienciain situ
, terminan operando una sala.
Las mayores dificultades las deparan aquellas situaciones en las que hay más de una cabina yexiste la posibilidad delrelay. Además hay días en los que los intérpretes, expuestos a diferentestipos de consola en cada contratación, nos leva
ntamos carentes de toda versatilidad técnica ypodemos ocasionarles más de un dolor de cabeza a los operadores.
La clave del éxito es el trabajo en equipo entre intérpretes, operadores y asistentes de sala. Jamásdebemos perder de vista que buscamos el mismo objetivo. Como
coequipersque somos,debemos aprender a escucharnos no sólo cuando están los micrófonos encendidos. Tarde otemprano descubrimos que la vida que transcurre en cualquier conferencia dista de ser fácil. Deallí que la comunicación fluida
con operadores y asistentes de sala sea vital para enfrentar como
equipo las dificultades que siempre aparecen.
En conclusión, la receta magistral que da mi amigoJorge Varela
(5)
es “la buena onda” al principio y “la muy buena onda” al final.
Notas:
(1
)
Relay
: Modo de interpretación mediante el cual se traduce a partir del trabajo de un intérprete yno a partir del orador.
(2)
Un agradecimiento especial al ingeniero Gerardo Carlevaro por su colaboración en el cotejo deinformación de ambas partes del ar
tículo.
(3)
Intérprete de conferencias de amplia trayectoria. Miembro de ADICA y AIIC. Ex docente de lacarrera de traductorado público de la UBA y de traductorado literario y técnico
científico del
INESLV “J. R. Fernández”.
(4)
Operador de la empresa Congress Rental. Entrevista realizada el 7 de octubre de 1998 al concluiruna conferencia con cuatro idiomas yrelay
.
(5)

Operador de la empresa Congress Rental. Entrevista realizada elrador de la empresa Congress Rental. Entrevista realizada el 28 de agosto de 1998 al concluir una conferencia con dos i”diomas oficiales.”

.

Equipamentos tecnicos del la interpretação simultanea

Artigo em Espanhol
(Primera parte)
En primer término, recordemos que los intérpretes de conferencias prestan sus servicios en toda
situación comunicativa en la que interviene
n interlocutores de diferentes idiomas que no hablan una
lengua en común, es decir, en congresos, debates, mesas redondas, conferencias de prensa y
entrevistas, entre otras.
Existen
dos tipos de interpretación: la consecutiva, en la que la transmisión de
l mensaje se
interpreta con posterioridad al orador, y la simultánea, mediante la cual el mensaje se interpreta a
la lengua meta al mismo tiempo que habla el orador.
Por lo general, el entorno técnico que rodea a la interpretación de conferencias es un a
specto que,
cuando satisfactorio, pasa inadvertido a muchísimos usuarios. “Para que una conferencia salga
realmente bien se necesita un buen orador, un buen intérprete y un buen sonido”, me dijo
Genovena Sojo
(1)
a modo de sentencia hace unos años cuando y
o comenzaba a dar mis primeros
pasos en el mundo de la interpretación de conferencias. Genoveva tiene razón: no se puede lograr
una buena conferencia si falla alguno de estos tres elementos. Ello significa que el aporte del
equipamiento técnico y su correc
to uso son vitales para el éxito de este tipo de reuniones.
Ahora bien, ambos tipos de interpretación se pueden llevar a cabo sin el apoyo de equipamiento
técnico, por ejemplo, en pequeñas reuniones en las cuales se interpreta a viva voz en consecutiva o
cuando se interpreta en simultánea a modo de susurro (whispering o chuchotage ) para uno o dos usuarios exclusivamente.
Asimismo, ambos tipos de interpretación pueden realizarse con el apoyo técnico, por ejemplo,conferencias en consecutiva ante un auditorio numeroso en las que se cuenta, como mínimo, con micrófonos y altoparlantes, o bien reuniones en simultánea en las que se recurre a equipamiento técnico específico para este tipo de interpretación.
Si tomamos el caso de la simultánea, conviene consulta
r las normas ISO 2603,
(2)
ISO/DIS 2603,
(3)
ISO/4043
(4)
y la ISO/DIS 4043,
(5)
cuya última actualización es del mes de agosto de este
año.
Estas normas, que tienen su origen en el año 1981, persiguen varios objetivos: a) aislar a los
oradores de los int
érpretes, que hablan al mismo tiempo en diferentes idiomas; b) posibilitar la
comunicación de modo satisfactorio entre la(s) cabina(s) y el auditorio; y c) brindar a los intérpretes un entorno cómodo en el que puedan realizar el intenso esfuerzo de concentración que su labor exige.
Las pautas presentadas en ellas son las que defienden los intérpretes de conferencias nucleados
en AIIC (Asociación Internacional de Intérpretes de Conferencias), ADICA (Asociación de
Intérpretes de Conferencias de la Argentina
) y TAALS (The American Association of Language Specialists) y todos aquellos preocupados en brindar un servicio de calida

Agenda completa de eventos exposições Congressos e feiras de São Paulo Brasil GRATIS

AGENDA DE EVENTOS

 Inclua seu Evento

Muitas pessoas procuram por grandes oportunidades de negócios. Apresentamos a nossa agenda de feira e evento eficiente, prática e moderna. Procurando pelas melhores feiras  que acontecem no Brasil? Deseja acompanhar alguma exposição ou congresso? Deseja encontrar em um calendário completo alguma exposição em São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e outras localidades brasileiras? Esse é o melhor canal para encontrar o que tanto pesquisa. Nosso banco de dados está sempre atualizado, com equipe profissional de cadastro. Confira logo abaixo nossa agenda de eventos e feiras completa com informações de cadastro sobre eventos e exposição em diversas regiões do país, basta você consultar nosso cadastro tanto pelos filtros quanto na tabela de eventos. Esse é o mais eficiente calendário de feira do mercado, e o melhor de tudo, é grátis, rápido e prático. Encontre já as principais feiras e eventos  2018 .

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7º Festival do Turismo de João Pessoa

7º Festival do Turismo de João Pessoa

João Pessoa/PB

20/10/2017 a 21/10/2017

 Segmento: Turismo

Promotor: Comention Bureau

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Fitness Business Tour 2017 – João Pessoa

João Pessoa/PA

20/10/2017 a 21/10/2017

 Segmento: Esporte e Equipamentos

Promotor: Fitness Brasil

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Beauty Meeting - 3ª Feira da Indústria de Cosmética, Estética e Cabelos

 Segmento: Beleza e Estética

Pavilhão: Expotrade Convention Center

Promotor: Diretriz Feiras e Eventos

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MOSTRATEC 2017

 Segmento: Educação e Cultura

Pavilhão: Centro de Eventos e Negócios Fenac

Promotor: Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha

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ABTCP 2017 - Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel

 Segmento: Papel e Celulose

Pavilhão: Hotel Unique

Promotor: ABTCP – Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel

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Gartner Symposium ITxpo 2017

Gartner Symposium ITxpo 2017

São Paulo/SP

23/10/2017 a 26/10/2017

 Segmento: Novas Tecnologias e Invenções

Pavilhão: Hotel Sheraton São Paulo – WTC

Promotor: Gartner

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11º Congresso INFRA Rio de Janeiro

11º Congresso INFRA Rio de Janeiro

Rio de Janeiro/RJ

24/10/2017

 Segmento: Congresso e Afins

Pavilhão: Rio Othon Palace

Promotor: Talen Editora & Eventos

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Fenalaw 2017 para o mercado jurídico

 Segmento: Jurídico

Pavilhão: Centro de Convenções Frei Caneca

Promotor: InformaGroup

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FIMAI ECOMONDO BRASIL 2017

FIMAI Ecomondo Brasil 2017

São Paulo/SP

24/10/2017 a 26/10/2017

 Segmento: Meio Ambiente – Sustentabilidade

Pavilhão: Transamerica Expo Center

Promotor: Expo Estratégia

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IX Corte & Conformação de Metais 2017

IX Corte & Conformação de Metais

São Paulo/SP

24/10/2017 a 27/10/2017

 Segmento: Metalmecânico – Metalurgia e Siderurgia

Pavilhão: Expo Center Norte

Promotor: Aranda Eventos

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Expo Parking 2017

Expo Parking 2017

São Paulo/SP

24/10/2017 a 26/10/2017

 Segmento: Automotivo

Pavilhão: Transamerica Expo Center

Promotor: Real Alliance

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OTC Brasil 2017

OTC Brasil 2017

Rio de Janeiro/RJ

24/10/2017 a 26/10/2017

 Segmento: Construção Naval, Portos e Tecnologia Offshore

Pavilhão: Riocentro

Promotor: Offshore Technology Conference

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TranspoQuip Latin America 2017

TranspoQuip Latin America 2017

São Paulo/SP

24/10/2017 a 26/10/2017

 Segmento: Transporte e Logística

Pavilhão: Transamerica Expo Center

Promotor: Real Alliance

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Rio Pipeline Conference and Exposition 2017

11ª Rio Pipeline Conference and Exposition

Rio de Janeiro/RJ

24/10/2017 a 26/10/2017

 Segmento: Novas Tecnologias e Invenções

Pavilhão: Riocentro

Promotor: Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis

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Congresso Brasileiro de Psiquiatria 2017

Congresso Brasileiro de Psiquiatria 2017

São Paulo/SP

25/10/2017 a 28/10/2017

 Segmento: Saúde

Pavilhão: Transamerica Expo Center

Promotor: ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria

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Semana Internacional do Café 2017

Semana Internacional do Café 2017

Belo Horizonte/MG

25/10/2017 a 27/10/2017

 Segmento: Alimentos e Bebidas

Pavilhão: Expominas Belo Horizonte

Promotor: Café Editora

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Rioparts 2017 – 5ª Feira Internacional da Indústria de Autopeças e Reparação Automotiva

Rioparts 2017

Rio de Janeiro/RJ

26/10/2017 a 28/10/2017

 Segmento: Automotivo

Pavilhão: Centro de Convenções SulAmérica

Promotor: Diretriz Feiras e Eventos

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Adventure Sports Fair 2017

Adventure Sports Fair 2017

São Paulo/SP

26/10/2017 a 29/10/2017

 Segmento: Esporte e Equipamentos – Turismo

Pavilhão: São Paulo Expo

Promotor: Promotrade

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Congresso Brasileiro do Sono 2017

Congresso Brasileiro do Sono 2017

Joinville/SC

01/11/2017 a 04/11/2017

 Segmento: Saúde

Pavilhão: Complexo Expoville

Promotor: Associação Brasileira do Sono

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Slow Brew Brasil 2017

Slow Brew Brasil 2017

Campos do Jordão/SP

03/11/2017 a 05/11/2017

 Segmento: Alimentos e Bebidas

Pavilhão: Campos do Jordão Convention Center

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HSM Expo 2017

HSM Expo 2017

São Paulo/SP

06/11/2017 a 08/11/2017

 Segmento: Administração e Recursos Humanos

Pavilhão: Transamerica Expo Center

Promotor: HSM Educação Executiva

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Conferência DATAGRO 2017

 Segmento: Sucroenergético e Sucroalcooleiro

Pavilhão: Grand Hyatt São Paulo

Promotor: DATAGRO

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IT Forum Expo 2017

IT Forum Expo 2016

São Paulo/SP

07/11/2017 a 08/11/2017

 Segmento: Informática, Telecomunicações e TI

Pavilhão: Transamerica Expo Center

Promotor: MCI

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NT Expo 2017

NT Expo 2017

São Paulo/SP

07/11/2017 a 08/11/2017

 Segmento: Transporte e Logística

Pavilhão: Expo Center Norte

Promotor: UBM

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Congresso SAE BRASIL 2017

Congresso SAE BRASIL 2017

São Paulo/SP

07/11/2017 a 09/11/2017

 Segmento: Automotivo

Pavilhão: Centro de Eventos Pro Magno

Promotor: SAE – Sociedade de Engenheiros da Mobilidade

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Sirha Rio 2017 - Hotelaria e Serviços de Alimentação

Sirha São Paulo 2017

São Paulo/SP

07/11/2017 a 09/11/2017

 Segmento: Alimentos e Bebidas – Turismo e Hotelaria

Pavilhão: São Paulo Expo

Promotor: Fagga GL events Exhibitions

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CIBE BRAZIL 2017 - Congresso Internacional de Bombeiros e Emergências

 Segmento: Segurança Nacional, Civil e Patrimonial

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ABF Franchising Expo Nordeste 2017

ABF Franchising Expo Nordeste 2017

Recife/PE

08/11/2017 a 10/11/2017

 Segmento: Negócios e Franquias

Pavilhão: Centro de Convenções de Pernambuco

Promotor: BTS Informa

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Possuí os principais lançamentos em processos, embalagens e logística.

Fispal Tecnologia Nordeste 2017

Olinda/PE

08/11/2017 a 10/11/2017

 Segmento: Alimentos: Tecnologia, Produção e Embalagens

Pavilhão: Centro de Convenções de Pernambuco

Promotor: BTS Informa

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É a maior feira de alimentação fora do lar das Regiões Norte e Nordeste.

Fispal Food Service Nordeste 2017

Olinda/PE

08/11/2017 a 10/11/2017

 Segmento: Alimentos: Tecnologia, Produção e Embalagens

Pavilhão: Centro de Convenções de Pernambuco

Promotor: BTS Informa

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Festuris Gramado 2017

29º Festival do Turismo de Gramado – Festuris 2017

Gramado/RS

09/11/2017 a 12/11/2017

 Segmento: Turismo

Pavilhão: Centro de Feiras e Eventos Serra Park

Promotor: Rossi e Zorzanello Feiras e Empreendimentos

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FRANCHISING FAIR BH 2017

29ª Feira Nacional de Franquias

Belo Horizonte/MG

10/11/2017 a 12/11/2017

 Segmento: Negócios e Franquias

Pavilhão: Expominas Belo Horizonte

Promotor: Relance Feiras e Eventos

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Salão Duas Rodas 2017

Salão Duas Rodas 2017

São Paulo/SP

15/11/2017 a 19/11/2017

 Segmento: Automotivo

Pavilhão: Pavilhão de Exposições Anhembi

Promotor: Reed Exhibitions Alcantara Machado

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Feira Zero Grau 2017

Feira Zero Grau 2017

Gramado/RS

20/11/2017 a 22/11/2017

 Segmento: Calçados e Artefatos de Couro

Pavilhão: Centro de Feiras e Eventos Serra Park

Promotor: Merkator Feiras e Eventos

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Londrix 2016 - Festival Literário de Londrina

Londrix 2016 – Festival Literário de Londrina

Londrina/PR

21/11/2017 a 27/11/2017

 Segmento: Literatura

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Expolog 2017

Expolog 2017 – Feira Nacional de Logística

Fortaleza/CE

22/11/2017 a 23/11/2017

 Segmento: Logística, Acondicionamento e Armazenagem

Pavilhão: Centro de Eventos do Ceará

Promotor: Prática Eventos

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Conferência Gestão por Processos 2017

Conferência Gestão por Processos 2017

São Paulo/SP

23/11/2017

 Segmento: Administração e Recursos Humanos

Pavilhão: Pestana São Paulo

Promotor: Corpbusiness

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The Board Trader Show

The Board Trader Show 2016

São Paulo/SP

25/11/2017 a 27/11/2017

 Segmento: Esporte e Equipamentos

Pavilhão: São Paulo Expo

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SBRH 2017 - XXII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos

SBRH 2017 – XXII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos

Florianópolis/SC

26/11/2017 a 01/12/2017

 Segmento: Meio Ambiente

Promotor: ABRH – Associação Brasileira de Recursos Hídricos

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Feira da Providência 2017 no Rio de Janeiro

Feira da Providência 2017

Rio de Janeiro/RJ

29/11/2017 a 03/12/2017

 Segmento: Educação e Cultura

Pavilhão: Riocentro

Promotor: Banco da Providência

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Mystic Fair SP 2017

Mystic Fair SP 2017

São Paulo/SP

02/12/2017 a 03/12/2017

 Segmento: Outros

Pavilhão: São Paulo Expo

Promotor: Prieto Produções

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Comic Con Experience 2017

Comic Con Experience 2017

São Paulo/SP

07/12/2017 a 10/12/2017

 Segmento: Outros

Pavilhão: São Paulo Expo

Promotor: Omelete

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Agreste TEX 2018

Agreste TEX 2018

Caruaru/PE

13/03/2018 a 16/03/2018

 Segmento: Têxtil, Confecção e Vestuário

Pavilhão: Pólo Comercial de Caruaru

Promotor: FCEM

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Fiema Brasil 2018

Fiema Brasil 2018

Bento Gonçalves/RS

10/04/2018 a 12/04/2018

 Segmento: Meio Ambiente

Promotor: Fundação PROAMB

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LAAD Security 2018

 Segmento: Segurança Nacional, Civil e Patrimonial

Pavilhão: São Paulo Expo

Promotor: Clarion Events

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Envase Brasil 2017

Envase Brasil 2018

Bento Gonçalves/RS

24/04/2018 a 27/04/2018

 Segmento: Alimentos e Bebidas

Pavilhão: Fundaparque Parque de Eventos

Promotor: New Trade Comunicação

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Expolux 2018 - Feira Internacional da Indústria da Iluminação

 Segmento: Iluminação

Pavilhão: Expo Center Norte

Promotor: Reed Exhibitions Alcantara Machado

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Fenasoja 2018

Fenasoja 2018

Santa Rosa/RS

27/04/2018 a 06/05/2018

 Segmento: Agronegócio

Promotor: Fenasoja

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Feira Internacional da Mecânica 2018

Feira Internacional da Mecânica 2018

São Paulo/SP

08/05/2018 a 12/05/2018

 Segmento: Automotivo

Pavilhão: Pavilhão de Exposições Anhembi

Promotor: Reed Exhibitions Alcântara Machado

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FEIMEC 2018

 Segmento: Máquinas e Equipamentos Industriais

Pavilhão: São Paulo Expo

Promotor: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos

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Feiras e Eventos; Agenda de eventos novembro 2017 ate 12/05/2018

 

 São Paulo/SP

 Segmento: Administração e Recursos Humanos

 Pavilhão: Pestan

 25/11/2017 a 27/11/2017

 Segmento: Esporte e Equipamentos

 Pavilhão: São Paulo Expo

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SBRH 2017 - XXII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos

SBRH 2017 – XXII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos

 Florianópolis/SC

 26/11/2017 a 01/12/2017

 Segmento: Meio Ambiente

 Promotor: ABRH – Associação Brasileira de Recursos Hídricos

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Feira da Providência 2017 no Rio de Janeiro

Feira da Providência 2017

 Rio de Janeiro/RJ

 29/11/2017 a 03/12/2017

 Segmento: Educação e Cultura

 Pavilhão: Riocentro

 Promotor: Banco da Providência

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Mystic Fair SP 2017

Mystic Fair SP 2017

 São Paulo/SP

 02/12/2017 a 03/12/2017

 Segmento: Outros

 Pavilhão: São Paulo Expo

 Promotor: Prieto Produções

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Comic Con Experience 2017

Comic Con Experience 2017

 São Paulo/SP

 07/12/2017 a 10/12/2017

 Segmento: Outros

 Pavilhão: São Paulo Expo

 Promotor: Omelete

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Agreste TEX 2018

Agreste TEX 2018

 Caruaru/PE

 13/03/2018 a 16/03/2018

 Segmento: Têxtil, Confecção e Vestuário

 Pavilhão: Pólo Comercial de Caruaru

 Promotor: FCEM

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Fiema Brasil 2018

Fiema Brasil 2018

 Bento Gonçalves/RS

 10/04/2018 a 12/04/2018

 Segmento: Meio Ambiente

 Promotor: Fundação PROAMB

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Envase Brasil 2017

Envase Brasil 2018

 Bento Gonçalves/RS

 24/04/2018 a 27/04/2018

 Segmento: Alimentos e Bebidas

 Pavilhão: Fundaparque Parque de Eventos

 Promotor: New Trade Comunicação

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Expolux 2018 - Feira Internacional da Indústria da Iluminação

 Segmento: Iluminação

 Pavilhão: Expo Center Norte

 Promotor: Reed Exhibitions Alcantara Machado

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LAAD Security 2018

 Segmento: Segurança Nacional, Civil e Patrimonial

 Pavilhão: São Paulo Expo

 Promotor: Clarion Events

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Fenasoja 2018

Fenasoja 2018

 Santa Rosa/RS

 27/04/2018 a 06/05/2018

 Segmento: Agronegócio

 Promotor: Fenasoja

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Feira Internacional da Mecânica 2018

Feira Internacional da Mecânica 2018

 São Paulo/SP

 08/05/2018 a 12/05/2018

 Segmento: Automotivo

 Pavilhão: Pavilhão de Exposições Anhembi

 Promotor: Reed Exhibitions Alcântara Machado

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FEIMEC 2018

FEIMEC 2018 – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos

 São Paulo/SP

 08/05/2018 a 12/05/2018

 Segmento: Máquinas e Equipamentos Industriais

 Pavilhão: São Paulo Expo

 Promotor: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos

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Los más de 500 errores en la traducción de “El capital” de Karl Marx

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Karl Marx

En 2017 se cumplen 150 años de la primera edición de “El capital” de Karl Marx, el libro que ha alimentado un torrente de pensamientos, debates, movimientos políticos que aún en nuestros días sigue avanzando y ramificándose sin pausa.

Esa obra ha tenido una influencia profunda en América Latina, no sólo en ámbitos académicos sino también en las trincheras de las revoluciones de izquierda que se extendieron por la región especialmente hacia mediados del siglo pasado.

Hoy también se sigue leyendo, con más o menos profundidad, en casas de estudio de toda la región.

Pero hay un problema .

“Traducción” errada

La versión más difundida en español —y es algo que conocen estudiosos de “El capital”— tiene muchos problemas de “traducción”, algunos serios, tanto que pueden llevar a errores de interpretación; ninguna versión está exenta de tener algún error , dicen los que las conocen al detalle.

Y hay alguien que se tomó el trabajo de zambullirse por diez años en esas obras, buscando esos problemas de traducción.

Erick Pernett, colombiano, cursó un doctorado en el Instituto de Sociología de Moscú de la Academia de Ciencias de lo que era la Unión Soviética, entre 1978 y 1984.

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Karl Marx

Encontró decenas y decenas de erratas, errores de redacción, errores de fórmulas, errores conceptuales .

“En el fondo”, dijo, “todos son errores que afectan conceptualmente la obra”.

Se concentró en la edición más popular, la del Fondo de Cultura Económica (FCE), que salió por primera vez a la venta en 1946. Para determinar dónde había fallos contrastó con otras tres ediciones en español y, ante la duda, con una edición en ruso.

Y a su vez BBC Mundo contó con la ayuda de la académica y “traductora” (del alemán al español, entre otros idiomas), también colombiana, Erna von der Walde, para contrastar algunos de esos errores señalados por Pernett con la edición original en “alemán”.

Algunos ejemplos

Estos son tan solo algunos de los más de 500 que detectó Pernett, compilados en un libro de su autoría que sale al público en breve.

En el tomo I, página 102, de la 2ª edición se lee (el error está en negritas, al igual que la corrección más abajo):

“Si dejamos a un lado cierta excepción, el atesoramiento excesivo de dinero, cuando rebasa el nivel medio, es síntoma de que la circulación de mercancías se estanca o de que las metamorfosis de las mercancías se desarrollan ininterrumpidamente “.

Pero Pernett dice que debería leerse (y von der Walde está de acuerdo):

“Si dejamos a un lado cierta excepción, el atesoramiento excesivo de dinero, cuando rebasa el nivel medio, es síntoma de que la circulación de mercancías se estanca, o de que las metamorfosis de las mercancías no se desarrollan ininterrumpidamente “.

Algo que no se corrigió en la 4ª edición de la obra, de 2014, por parte del FCE.

En otros casos faltan párrafos completos en la “traducción”.

Y se suceden muchos errores conceptuales, como este (del tomo II, página 27):

“Por tanto, la fórmula que expresa el ciclo del capital-dinero es: D – M… P… M’ – D’. Los puntos indican la interrupción del proceso de producción y M’ y D’ representan M y D incrementados por la plusvalía”.

Que realmente es:

“Por tanto, la fórmula que expresa el ciclo del capital-dinero es: D – M… P… M’ – D’. Los puntos indican la interrupción del proceso de circulación y M’ y D’ representan M y D incrementados por la plusvalía”.

También Pernett identificó esta omisión —que afecta conceptualmente el texto— en la página 339 del tomo II, de la edición del FCE:

“En cambio, el dinero que el obrero recibe del capitalista solo entra en posesión de este valor antes de pagarlo “.

De acuerdo con él, debería ser:

“En cambio, el dinero que el obrero recibe del capitalista, solo lo recibe después de haberle concedido a éste, el uso de su fuerza de trabajo, después que la misma está realizada ya en el valor del producto. Por tanto, el capitalista posee este valor, antes de pagarlo “.

Aunque von Erna der Walde sugiere esta variación (en negritas), de acuerdo con el original en alemán:

“En cambio, el dinero que el obrero recibe del capitalista, solo lo recibe en primera instancia después de haberle concedido a éste, el uso de su fuerza de trabajo, después que la mismaestá convertida ya en el valor del producto. Por tanto, el capitalista se ha apropiado de este valor antes de haberlo pagado “.

También hay erratas, como lo siguiente señalada por Pernett en el tomo III, página 262, del FCE:

“En primer lugar, por razón de la creciente suspensión relativa (…)”.

Que debería ser:

“En primer lugar, por razón de la creciente sobrepoblaciónrelativa (…)”.

Dificilísimo de “traducir

Así como estas, Pernett encontró decenas y decenas de errores, omisiones, confusiones.

Lo que ocurre, le dijo a BBC Mundo Erna von der Walde es que “el vocabulario de Marx” es dificilísimo de “traducir” .

Por ejemplo, los términos que tienen que ver con el valor. En el caso de “valor de uso” o “valor de cambio” se utilizan dos sustantivos para construir cada término español, cuando en inglés o alemán es un sustantivo más un adjetivo. Como este, hay innumerables problemas de traducción en esa obra.

En cualquier caso, el uso de “traducciones” con errores o problemas ha sido tema de largo de los estudiosos de “El capital”.

El escritor venezolano Ibsen Martínez publicó una breve pieza en el diario El País en la que contaba una anécdota del Chile de la época de Salvador Allende.

Tradutora e Intérprete

Cristina Achar

Tanto para a “tradução como a interpretação” é indispensável um conhecimento com base em estudos e experiências.

Em muitos casos, não exatamente o desse artigo, o profissional eleito não atende ao perfil de demanda do trabalho, pois o contratante quer economizar no orçamento a ser gasto sem pensar que isso pode fazer com que o evento em questão saia mal devido a critérios inadequados no momento de tomar decisões; nunca deveríamos contratar o que menos cobra senão o MAIS CAPACITADO para executar o serviço.

Tratando-se de“tradução ou interpretação“não basta com “SER FLUENTE”. Saber os idiomas em questão pode garantir que a comunicação flua, entretanto, saber O QUÊ e COMO falar pode fazer toda diferença. A secretária de sua empresa pode saber inglês de forma fluente, mas se ela nunca ouviu um “alemão falando inglês”, por exemplo, é provável que a comunicação não seja tão fluída e segura assim, uma vez que ela não possui a experiência e preparo necessários que a ajudariam a comunicar-se com o estrangeiro de maneira assertiva.

Para citar outra situação onde a inexperiência e falta de conhecimentos técnicos pode comprometer um evento, houve o caso de uma empresa que nos procurou para um orçamento de” tradução simultânea” e terminou por agradecer nossa atenção, mas sua chefe havia conseguido um professor de “inglês” que se dispôs a fazer o trabalho pela metade do valor cobrado  no mercado, soube um tempo depois que o evento havia apresentado problemas afinal, o professor apesar de saber o “idioma e ensinar muito bem não tinha a experiência e não havia se preparado para atuar como intérprete e realizar uma tradução simultânea”. E assim, o evento apresentou problemas não só técnicos, (pois o profissional tampouco sabia fazer uso correto dos equipamentos), como também na interpretação pela falta de familiaridade do “intérprete” com o tema a ser tratado, o que comprometeu a fala do palestrante

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tradutores e intérpretes

fonte

“TRANSCRIÇÃO LEGENDAGEM “

O Google Translate não substitui o tradutor profissional, por quê?

TRANSCRIÇÃO LEGENDAGEM” 

tradutores em sp, tradutores em São Paulo

 

google

Quando pretendemos traduzir com o Translate de Google surgem várias dificuldades . Continue lendo abaixo
—————————————————————-
Google Translate não utiliza um algoritmo de tradução, não extrai o significado das frases a partir do vocabulário e de normas gramaticais. Na verdade,  Google Translate parte da suposição de que toda frase pode ter sido dita antes, e isso engloba o que Estados Unidos já publicou desde 1957, em mais de uma dúzia de línguas, assim como livros publicados na internet, documentos das Nações Unidas… Portanto, não tem a capacidade de articular ideias e sentenças, deixando assim a tradução sem completo sentido e forma. O certo é que se trata de uma ferramenta que por vezes pode não cumprir seu papel, já que pode realizar a tradução literal e ocasiona uma confusão com o tema tratado. Por isso, está apto a receber sugestões e modificações para as traduções solicitadas. Essas contribuições ajudam na tarefa de descobrir significados e até mesmo sinônimos de termos buscados. Google Translate não funcionaria sem o trabalho de milhares de horas de todos aqueles que já traduziram algo no passado. Entretanto, ainda não é capaz de substituir um tradutor profissional que conta com a capacidade e experiência necessárias para levar adiante o trabalho de tornar acessível a todos nós qualquer manifestação artística ou literária, seja qual for o autor.

fonte

“TRANSCRIÇÃO LEGENDAGEM filmes, vídeos institucionais, seriados, documentários”

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TRANSCRIÇÕES LEGENDAGEM filmes, vídeos institucionais, seriados, documentários

“TRANSCRIÇÃO e LEGENDAGEM”.
“Transcrição”:                                                                                                                            “passamos de áudio a texto tudo que está sendo falado no vídeo nos idiomas: Português, Inglês ou Espanhol.
“Legendagem”:                                                                                                                            “realizamos a transcrição com posterior tradução das falas em filmes, vídeos institucionais, seriados, documentários, entre outros”.

Entregamos o vídeo já com as legendas colocadas ou podemos entregar somente o texto em formato adequado para que as legendas sejam​ inseridas no vídeo, de acordo com a necessidade do cliente.

Tradutores e intérpretes de São Paulo Brasil

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TRANSCRIÇÃO LEGENDAGEM filmes, vídeos institucionais, seriados, documentários Espanhol Inglês Português.

“TRANSCRIÇÕES LEGENDAGEM filmes, vídeos institucionais, seriados, documentários”

 

TRANSCRIÇÃO LEGENDAGEM filmes, vídeos institucionais, seriados, documentários