Como enviar mensagens animadas no WhatsApp, Instagram e Facebook com Legend: vídeo ou GIF animação em texto

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Você já viu em algum vídeo ou GIF uma animação em texto que você achou superlegal, mas ficou triste por não saber como conseguir aquele mesmo resultado? Ou talvez você até saiba fazer mas não tenha tanto tempo para tal.

Com o aplicativo Legend, você consegue isso em apenas dois toques!

 

De uma maneira simples e prática, este app lhe permite criar vídeos ou GIFs com diferentes animações no texto. Você só precisa escrever até 100 caracteres, selecionar uma animação para o texto e, por fim, escolher o plano de fundo.

É possível recortar fotos e vídeos (tanto time-lapse quanto câmera lenta) para deixar no plano de fundo. Além disso, você também pode escolher cores sólidas e até pesquisar imagens aleatórias disponibilizadas pelo Flickr. Quando seu projeto terminar, você pode exportar como GIF ou vídeo e salvar na Biblioteca de Fotos ou enviar via iMessage, WhatsApp, Instagram, Twitter, Vine, Facebook, etc.

Confira abaixo um exemplo da conta do Instagram do próprio app:

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O Legend está disponível na App Store por US$2, mas usuários de Android podem baixá-lo gratuitamente pelo Google Play.

Prós
  • Fácil de usar
  • Várias fontes animadas
  • Permite usar fotos e vídeo do celular no fundo da mensagem
  • Compartilhamento direto com o Instagram Stories
Contras
  • Bug nos ícones iniciais de compartilhamento

Instagram

Tradutores e intérpretes

Interpretar é ser uma ponte que liga linguagens e emoções

A intérprete Sônia Franco de Paula foi responsável por transmitir aos pais – deficientes auditivos – o nascimento do seu filho.
Sabemos que muitas vezes o intérprete precisa estar em lugares fora do comum e que nem de perto se parecem a um auditório ou una cabine se tradução simultânea. E é nesse momento que nossa profissão nos faz vivenciar as situações mais interessantes e emocionantes, muitas vezes. Como no caso da colega de Libras que trabalha dando apoio às pessoas com deficiência, acompanhando-os seja numa consulta médica, seja num depoimento ou até em casos como o descrito anteriormente.
Interpretar em situações como essa não só exige o conhecimento técnico mas também o controle emocional para poder transmitir a mensagem de forma clara e precisa.
Na carreira se interpretação você certamente enfrentará situações como essa, momentos inusitados onde seus conhecimentos(e nervos!) serão testados. São experiências que nos enriquecem como profissionais e, sem dúvida, como pessoas também. Vale a pena ler a matéria a seguir15739334195dd0516bab45a_1573933419_3x2_lg

Notícia sobre Intérprete de Libras

Cabine de Tradução Simultânea Dificuldades pelas quais você pode passar ao trabalhar numa cabine

Dificuldades pelas quais você pode passar ao trabalhar numa cabine 

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Para os intérpretes de conferência há muitas situações que podem parecer simples e sem complicações para outros profissionais, mas para nós ocasiona uma dor de cabeça e tanto, vale mencionar.

-O som que chega na cabine vem com chiado. Nesse caso pode parecer que um  “chiadinho” não interfere, mas quando você começar a “tradução” você vai escutar sua voz, a do palestrante e o chiado – ao mesmo tempo – haja audição; e você provavelmente terminará com dor de cabeça, além do cansaço típico de ter estado traduzindo por seis horas ou mais(mesmo havendo dois intérpretes na cabine que se revezam cada 15, 20 ou 30 min, quase sempre é necessário acompanhar o colega quando ele traduz, pois dependendo do tema, o vocabulário pode apresentar surpresas)

-Não há água para os “intérpretes na cabine”. Isso é frequente. Embora alguns técnicos se preocupem em levar água(várias vezes ao dia) para os intérpretes, a organização do evento ou o responsável pela sala nem sempre sabe(ou tem em conta) que  precisamos beber muita água durante o evento pois falamos o tempo todo.

-Faz muito calor na cabine. Isso também é comum, já que a cabine não dispõe de ar condicionado. A questão é que se as cabines estão em uma sala que sim tem ar condicionado você ainda poderá desfrutar de um “arzinho fresco”;  isso se a cabine tiver aberturas na parte superior; caso contrário, água(muita) e tentar deixar a porta da cabine um pouco aberta – não muito pois o som externo vai atrapalhar e a ideia é justamente evitar isso. 

-O relay não funciona bem. O Relay é a “tradução” dos colegas da cabine ao lado. Por exemplo, você se encontra numa cabine que traduz inglês<>português. Algumas pessoas da plateia são estrangeiros e só falam inglês e a palestra será em espanhol. A menos que os intérpretes sejam trilíngues, será necessária uma segunda cabine na qual os “intérpretes” sejam de espanhol<>português. E a partir dessa tradução ao português os intérpretes de inglês poderão transmitir a mensagem à plateia. O que devemos ter em conta é que o som SEMPRE deve ser testado antes do início do evento – nesse caso o relay também; mas além disso, temos que dispor da tranquilidade de saber que um técnico vai permanecer conosco o tempo todo de duração do evento, afinal pode acontecer algum imprevisto.

-Palestrante ou plateia não usam microfone para falar. O tipo de coisa que compromete – E MUITO – a qualidade da tradução, afinal o som que não for emitido via microfone não chega na cabine e portanto NÃO poderá ser traduzido. É importante avisar(mesmo que através da própria tradução) que os palestrantes ou plateia, que forem fazer perguntas DEVEM USAR o microfone SEMPRE. 

– O intérprete não tem acesso ao material de estudo ou mesmo às apresentações que serão usadas durante a palestra. As empresas devem ter em conta que TODO material é bem-vindo, porque além de nos ajudar com o vocabulário, nos permite entender um pouco mais sobre o que – e como – acontecerá. As apresentações  em PPT que serão usadas pelo palestrante também são mais que bem-vindas, pois nos permite acompanhar a apresentação com riqueza de detalhes que certamente serão transmitidos à plateia. Como empresa, lembre-se que os intérpretes normalmente assinam termo de confidencialidade, então somos responsáveis pelo material  que recebemos.

-Palestrante nervoso que fala rápido demais ou deixa “buracos” no discurso. Essa é a pior parte na tarefa de interpretação. Palestrantes que ficam muito nervosos na hora de apresentar um conteúdo podem fazer nossa vida (bem) mais difícil durante a tradução, porque eles falam ou rápido demais e de um idioma para outro, – e normalmente há uma diferença no número de vocábulos que fica BEM difícil acompanhar. (Exemplo: se a palestra é em inglês, os que estudamos interpretação sabemos que português tem quase 30% mais palavras que inglês, então traduzir um palestrante americano, por exemplo, que fala MUITO rápido, não só compromete a qualidade da mensagem, como também nos cansa o dobro. A dica vale também para palestrantes brasileiros 😉 ), ou por estar nervoso ele não termina as sentenças, deixando muitos espaços vazios em seu discurso e que nem sempre conseguimos preencher já que não conseguimos “adivinhar” o que virá depois desse “buraco”. E quando a tradução parece estar sem sentido, a “culpa” sempre é dos intérpretes. 

 

Esses  são só alguns dos “apertos” pelos quais podemos passar. Fica a dica tanto para os que estão começando, como também para a empresa que está organizando um evento. 

É por isso que  ter “intérpretes experientes(“dentro da dupla de intérpretes ao menos UM DELES deve ter uma experiência considerável para contornar esses problemas) facilita que a qualidade do evento se mantenha.

TRADUTOR EM SÃO PAULO

 

Guia Prático de Tradutores Juramentados e intérpretes comerciais dos principais Estados do Brasil

 

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A ATP-MG – Associação dos Tradutores Públicos de Minas Gerais

 

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Tradutores do Brasil

 

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Os intérpretes nos grandes impérios da antiguidade até hoje

Os Intérpretes ao longo da História

Postado por Cristina Achcar prof Tradutora intérprete

09 de Outubro de 2019

Referimo-nos, em muitas ocasiões, ao domínio da “interpretação”, às suas diferenças com a “tradução” e às aptidões que qualquer bom intérprete deve desenvolver. Neste artigo vamos nos aprofundar na história desta profissão e como, desde os primeiros tempos, ela evoluiu para o que conhecemos hoje. Porque, mesmo que algumas pessoas não acreditem, para encontrar o primeiro “intérprete é preciso voltar à Idade Antiga e, como não poderia deixar de ser, seu nome nunca aparecerá na história, pois naquela época eram pessoas completamente anônimas”.

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Embora a interpretação simultânea tenha suas origens nos julgamentos de Nuremberg, outros tipos de interpretação, como a “interpretação consecutiva” e sussurrada, tiveram grande relevância em diferentes períodos da história, a começar pela época antiga.

Os três grandes impérios da antiguidade sempre contaram com a existência desses personagens anônimos que em cada cultura tinham uma importância diferente e sua consideração era também das mais variadas.

Egito antigo: o intérprete superior.

Já no ano 1350 a.C. podemos encontrar evidência da existência destes profissionais em uma famosa imagem da tumba de Tutancâmon, na qual um personagem aparece desdobrado sussurrando de um lado para um embaixador assírio e do outro para o Faraó, mostra que o intérprete já naqueles tempos desempenhou um papel importante como mediador linguístico. Os primeiros testemunhos sobre esta profissão têm mais de 5.000 anos e incluem a sua intervenção crucial como guias comerciais, no campo militar e na administração central de Memphis.

Não foi em vão que aqueles capazes de prestar serviços linguísticos gozaram de grande estima, e mesmo os faraós chegaram ao ponto de conceder títulos de Intérprete Superior, títulos de grande relevância que se tornaram hereditários. Embora, em princípio, escravos e reféns fossem usados para exercer esta profissão, já no Império Médio começaram a eleger os filhos da nobreza egípcia, que haviam sido educados no exterior e os filhos de príncipes estrangeiros para exercer estas funções. No Novo Império, Heródoto confirma que as crianças egípcias foram entregues aos povos Jônico e Varic para aprenderem grego e depois dedicarem os seus esforços ao trabalho diplomático e comercial com cretenses e fenícios.

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Quando o Egito caiu nas mãos dos árabes, longe de desaparecer, os intérpretes se encarregaram de islamizar o território.

Grécia e Roma: diferentes perspectivas de interpretação.

Também podemos encontrar vestígios desta profissão nas antigas civilizações grega e romana, embora a reputação desfrutada pelos nossos colegas na antiguidade fosse bastante diferente. Enquanto no Império Romano eram figuras-chave na comunicação entre o Império, as colônias e os territórios conquistados, na Grécia helênica não gozavam de nenhum prestígio, pois embora garantissem o contato com os povos subjugados, os gregos se consideravam muito superiores aos povos bárbaros e esperavam que aprendessem seu idioma.

A Idade Média: o trujamán.

No âmbito das Cruzadas já podemos ver o intérprete em tarefas completamente diplomáticas, mas um dos papéis destes intérpretes irá desenvolver-se e evoluir durante a Idade Média para dar origem ao que conhecemos como trujamán ou dragomán. Estes intérpretes tinham características especiais e o seu papel na Idade Média estava mais relacionado com a esfera econômica e comercial do que com a esfera diplomática. A mudança da hegemonia política no Mediterrâneo dos reinos árabes para os povos cristãos levou à necessidade de manter relações internacionais entre duas culturas muito diferentes. A partir daí, o papel do trujamán será o de um intermediário linguístico entre os diferentes estados e colônias árabes e europeus.

O papel do intérprete também será crucial na conquista do Novo Mundo, onde encontraremos uma das primeiras intérpretes da época: Malinche. A história conta que esta princesa asteca, que falava tanto Maia como Nahuatl, foi dada ao nosso grande conquistador Hernán Cortés depois da batalha de Centla. Graças ao seu bilinguismo, será intérprete, conselheira e intermediária de Cortés e ajudará no processo de acusação de Montezuma e posterior execução.

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A Idade Moderna.

A hegemonia do latim prevaleceu até o século XVIII e a Paz de Vestefália, quando o francês se tornou a língua oficial da diplomacia até o fim da Primeira Guerra Mundial. Já no século 19, os Estados Unidos começarão a se revelar como uma grande potência econômica, e o inglês ganhará terreno. Consequentemente, a importância dos intérpretes aumentará nas esferas política e econômica e, pela primeira vez, deixaram de ser anônimos.

O período entre guerras.

Este período será a antecâmara e, portanto, a origem da interpretação tal como a conhecemos hoje. O papel do intérprete de conferência surgirá e a relevância da profissão atingirá o seu auge histórico.

Sua gênese, portanto, pode ser encontrada na Primeira Guerra Mundial. É neste momento que surge uma necessidade urgente de pessoas que possam servir de elo entre unidades militares que falavam línguas diferentes. Então, apareceram os “intérpretes” de guerra, cujo papel será crucial no curso da guerra. Alguns deles atuaram como mediadores na Conferência de Paz de Paris em 1919, na qual os representantes dos quatro países vencedores se reuniram para discutir uma série de questões que culminaram com o conhecido Tratado de Versalhes e a fundação da Liga das Nações.

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Os intérpretes de guerra são essenciais durante as guerras e as conferências de paz.

Nestas reuniões, o inglês e o francês serão considerados línguas oficiais e os “intérpretes” serão responsáveis pela transmissão dos discursos dos oradores através da interpretação consecutiva. O papel destes intérpretes será crucial e, pela primeira vez, os seus nomes ficarão na história e a importância da profissão de intérprete será elevada. Um deles, Antoine Velleman, fundará mais tarde a Escola de “Intérpretes” de Genebra, e outro, Jean Herbert, será encarregado de recrutar a primeira equipe de intérpretes profissionais para a primeira Assembleia Geral da então Liga das Nações.

Em 1926, foi emitida a primeira patente de equipamento de “interpretação simultânea”. O sistema será chamado de “Hushaphone Filene-Finley IBM” e será usado pela primeira vez na Conferência Internacional do Trabalho de 1927. Subsequentemente, as assembleias da Liga das Nações de 1931 e 1932 tentaram testar a validade do processo de interpretação simultânea, embora o sistema só termine dez anos mais tarde.

Os Juízos de Nuremberg e a “Interpretação Simultânea”.

Após o fim da Segunda Guerra Mundial, as Nações Aliadas empreenderam uma série de processos judiciais com o objetivo de determinar e sancionar as responsabilidades dos líderes, funcionários e colaboradores do regime nacional-socialista de Hitler. Este processo, conhecido como os Julgamentos de Nuremberg, envolveu os quatro países vitoriosos e derrotados: os Estados Unidos, Grã-Bretanha, União Soviética e França, por um lado, e Alemanha, por outro. Não surpreendentemente, diante de tal diversidade linguística, a eficácia da interpretação consecutiva foi posta em questão, a que também previa uma duração infinita.

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Nos juízos de Nuremberg foi utilizada a interpretação simultânea e nasceu a profissão de intérprete de conferência.

Por conseguinte, foi proposta a utilização do método da “interpretação simultânea”, que acabaria por ser o método escolhido e daria origem ao bem conhecido oficio deintérprete de conferência.

Evidentemente, desde então até hoje, a evolução e desenvolvimento deste tipo de “interpretação” tem sido surpreendente, não só em termos dos elementos utilizados atualmente para realizar esta tarefa (cabinas, microfones, equipamentos), mas também em termos da preparação, formação e profissionalismo dos nossos colegas “intérpretes”.

Todos os dias, o trabalho de milhares de intérpretes em todo o mundo preenche páginas neste livro dinâmico e infinito que representa a História da Interpretação.

Por Beatriz Puerta

tradutores intérpretes
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No cérebro de um intérprete que acontece? Neurocientistas opinam

post  08 /10 /2019

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Os neurocientistas têm pesquisado há décadas e têm produzido numerosos estudos sobre falantes multilíngues,“tradutores e intérpretes”.

No entanto, entender esse processo, o de interpretação simultânea, é um desafio científico ainda maior.

Há tantas coisas que acontecem no cérebro de um “intérprete” que é difícil saber por onde começar.

Apesar das dificuldades, recentemente, um punhado de entusiastas aceitou o desafio e há uma região do cérebro, o núcleo caudado, que tem atraído especialmente a atenção desses cientistas.

Esta não é uma área especializada em linguagem; os neurocientistas sabem disso por causa do papel que ela desempenha em processos como a tomada de decisão ou confiança.

Ele é mais como um maestro de orquestra, coordenando a atividade de muitas regiões do cérebro para produzir comportamentos surpreendentemente complexos.

Isso significa que os resultados desses estudos de desempenho parecem nos levar de volta a uma das ideias mais importantes que surgiram da neurociência nos últimos 20 anos.

É agora claro que muitas das nossas capacidades mais sofisticadas são possíveis, não devido a regiões especializadas do cérebro dedicadas a tarefas específicas, mas devido à coordenação muito rápida entre as áreas que controlam as tarefas mais gerais.

Tarefas como movimento e audição.

Parece que a interpretação simultânea só é possível graças à conexão interna Presente nos nossos cérebros.

Mas se procurarmos compreender o que acontece no cérebro de “tradutores como  Maria Cristina Achcar, tradutora, intérprete espanhol m- português”, é ainda mais intrigante; pois consegue interpretar e simultaneamente escrever uma mensagem ou e-mail, ou buscar um termo no dicionário, por exemplo. Isso parece acontecer porque quanto mais exigimos do cérebro, mais ele responde, é um mistério que a ciência parece ainda não ter conseguido decifrar

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tradutores intérpretes do Brasil

Um terço da população mundial entende inglês.

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El idioma Inglês é, sem dúvida, o mais usado nos negócios e pesquisas.

Admite-se que mais de um terço da população mundial entende inglês. O inglês para negócios vem conquistando as esferas econômicas em nível internacional. O inglês é também uma das línguas oficiais de muitas organizações internacionais.

Os exemplos incluem as Nações Unidas, a União Europeia, a Organização Mundial do Comércio e a Organização do Tratado do Atlântico Norte. O uso do inglês é comum em muitas áreas. Em todo o mundo, a língua de Shakespeare é inevitável, tanto administrativa como comercial e financeiramente.

Por outro lado, o seu papel na sociedade e na educação está se tornando cada vez mais predominante.

 A multiplicação de escolas bilíngues que ensinam tanto na língua materna como em inglês e o seu ensino desde as primeiras idades até à universidade é prova disso; seja qual for o país em que você decida começar seu negócio, no Reino Unido, EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia ou ainda qualquer outro país onde você não saiba o idioma(como países asiáticos e até árabes por exemplo), ter um bom domínio do inglês o ajudará no seu caminho para o sucesso.

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tradutores e intérpretes de Espanhol Inglês

 

Um Feliz Dia do Tradutor!

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Rompemos barreiras para conectar ideias e culturas; levamos conhecimento a pessoas que sem nossa ajuda não teriam contato com esse tema ou texto; fazemos o trabalho silencioso, aquele que ninguém vê; estudamos durante anos para que todo nosso conhecimento seja posto à prova em questão de segundos
Traduzimos. Isso é o que fazemos. 
Tarefa que não pode ser feita amadoramente ou simplesmente em forma automática. Requer tempo e dedicação, além de responsabilidade e muito estudo
Desejo a todos os meus colegas, parceiros, amigos que compartilham desse ofício e durante os últimos 15 anos vêm me acompanhando nessa jornada um Feliz Dia do Tradutor!

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Prof.Cristina Achcar tradutora intérprete

 

30 de Setembro Dia do Tradutor

 

Traduzir e interpretar deveria ser considerado insalubre?

O trabalho de “tradutor ou intérprete” bem poderia figurar na lista de trabalhos que se destacam pelo nível de estresse e pressão que produzem; já que sofremos física e mentalmente a pressão de entregar um resultado(muitas vezes imediato) como no caso da “interpretação”.

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Vejamos a opinião da colega Espanhola TRIDIOM
Mcatrad.

El “Traductor o intérprete” también debería entrar en la lista de aquellos trabajos que pueden hacerte sufrir física y mentalmente.
Si tú mismo te dedicas al sector de la “traducción” entenderás perfectamente de qué hablamos y seguramente estarás asintiendo con la cabeza mientras lees este post; pero si no eres cercano al trabajo de traductor o intérprete y no das crédito a que califiquemos estas profesiones como “arriesgadas”, vamos a explicarte los motivos que nos llevan a tal afirmación.Tanto “traductor” como “intérprete, son personas encargadas de transmitir un mensaje de un individuo a otro, por lo que la responsabilidad de transmitirlo de manera fidedigna es crucial, especialmente porque suelen ser mensajes relevantes.

Imaginemos, por ejemplo, “intérpretes y traductores” de cualquier cumbre internacional, que han de transmitir mensajes con fuertes implicaciones políticas. Pueden influir en millones de personas e incluso en el transcurso de la historia y un error en el mensaje o en la forma puede llegar a provocar un enorme problema.
De la misma manera, puede que el mensaje que el cliente pide al “traductor/intérprete que transmita sea una mentira o alteración del original. En este caso, si es una traducción jurada es totalmente ilegal; pero si no es jurada, el traductor/intérprete” no está obligado a nada, por lo que la disyuntiva moral queda patente.
En el mundo del “Traductor/intérprete” hay mucho freelance. Esto genera que la tarificación no responda a ningún sistema y que los precios fluctúen a capricho de oferta y demanda, y en ocasiones personas que necesitan con urgencia realizar trabajos bajen mucho sus tarifas y acaben arrastrando al resto de profesionales.

Por supuesto, ser freelance o autónomo en nuestro país es un riesgo por sí solo: afrontar los altísimos pagos de impuestos, independientes del dinero que se consiga facturar, la cantidad de obligaciones legales con multitud de administraciones y los conocimientos de fiscalidad, derecho administrativo, laboral, de marketing y un largo etcétera con los que hay que contar.

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Los plazos de entrega, que normalmente suelen ser ajustados, acaban por convertir la vida de un traductor en una continua cuenta atrás digna de cualquier película de acción.
“traductor o intérprete”
Un “traductor, al igual que un intérprete”, tiene que dominar los temas que traduce o interpreta, para conocer sus tecnicismos y la jerga adecuada. Eso implica saber mucho de muchos temas y en múltiples idiomas, una tarea de formación contínua que exige un sacrificio notable.
Por último, y si no te han parecido suficientes razones para hacer que se dispare la frecuencia cardiaca de cualquier individuo al desempeñar estar labor; cuando la “interpretación” tiene un impacto mediático y se cometen fallos, estos toman una difusión mucho mayor que cuando otra persona comete un error en su profesión habitual. Para más explicación un ejemplo, y evitándo al ya clásico “supuesto intérprete de signos” de Obama en la ceremonia por la muerte de Nelson Mandela, queremos exponer un ejemplo más actual.
La “interpretación” deportiva, es un error patente que la “intérprete” desconozca el tema, porque le impide hacer bien su trabajo.
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El raductor o intérprete t debería entrar en la lista de aquellos trabajos que pueden hacerte sufrir física y mentalmente.

TRIDIOM

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“INTÉRPRETES E TRADUTORES”