O que preciso fazer para ser tradutor?

 

 

cris achcar tradutora
Cris Achcar tradutora intérprete

 Não raramente, os que trabalham com tradução ou interpretação se deparam com essa pergunta vinda de um amigo, conhecido ou parente: “Eu sou muito bom em tal idioma; o que preciso fazer para “virar” tradutor?”.

Bem, essa pergunta exige uma resposta direta e sem eufemismos: ESTUDAR. Além de reunir outras habilidades que só o tempo e os tropeços poderão dar. Além de algo que quase sempre esquecemos de mencionar: se você pretende traduzir do inglês ou espanhol, ou algum outro idioma, para o português, você precisa ser BOM, mas MUITO BOM em PORTUGUÊS já que esse idioma será o idioma de chegada. Caso contrário não estamos falando de “tradução” e sim, “versão”( que é quando nós brasileiros, por exemplo, passamos um texto do português para um idioma estrangeiro).

Nesse trecho de um texto escrito pelo colega, Danilo Nogueira, encontramos a resposta e analogia perfeitas para definir o que é ser um tradutor(nesse caso podemos aplicar esses pontos também para o trabalho de interpretação) e o mais importante: traz insights muito interessantes e algumas verdades que podem “doer” mas são necessárias no momento de iniciar uma carreira. Encarar as coisas com seriedade demonstra não só o respeito que você terá por essa profissão, mas também pelos seus colegas. Uma pessoa que “sabe” um idioma e se oferece para trabalhar de tradutor ou intérprete está tirando o trabalho de alguém que estuda há anos, lê, participa de Congressos, encontros, investe na profissão para melhor atender seus clientes.

E um alerta para las EMPRESAS QUE BUSCAM UM TRADUTOR ou INTÉRPRETE: procure saber se esse profissional tem experiência na função, se tem estudos suficientes para respaldar a função que vai desempenhar e se os últimos clientes que ele atendeu ficaram satisfeitos com o resultado do projeto.

“É necessário profissionalizar-se, quer dizer, tradução não é bico. Ou você é tradutor profissional, ou não é.

Danilo Nogueira disse..

Nem todo mundo leva jeito para profissional da tradução. Precisa muita disciplina, vontade de pesquisar, habilidade para gerenciar finanças pessoais e clientes, quer dizer, uma porção de qualidades que muita gente não tem. E os serviços mais bem pagos vão para os profissionais, para a gente que investiu muito tempo e dinheiro para cobrir aquele enorme buraco que separa o “saber inglês” do “ser tradutor”. Aliás, traduzo exclusivamente finanças e inglês e não me falta serviço.

Não há nada de especial em “morar no interior e trabalhar no exterior”. Como tradutor, você “mora” na Internet e pode tanto ter clientes num país como em outro. Tenho clientes em quatro países e estou longe de ser uma exceção. Curiosamente, não tenho um só cliente na região em que moro e raramente me aparece algo da cidade de São Paulo, que fica aqui do lado. Quanto ao número de línguas, o grosso do mercado é inglês, depois vem o espanhol e, em seguida, francês alemão e italiano, mais ou menos nessa ordem. Se você tem um grande amor, digamos, pelo búlgaro, estude e, se aparecer uma tradução, faça. Mas viver de búlgaro é impossível. Nesse caso, você teria que fazer uma outra “das grandes” para ganhar dinheiro.

Por outro lado, saber várias línguas não é a solução, porque é muito difícil saber várias línguas no nível necessário para traduzir e, além disso, cada língua exige um investimento  a mais. Porém, o que limita o seu ganho é o número de horas que você consegue trabalhar, não o número de línguas que você conhece. Saber cinco línguas é como ter um táxi, uma carreta, um furgão e um micro-ônibus: como você não pode dirigir todos ao mesmo tempo, acaba sendo um mau investimento.”

Danilo Nogueira

Cris Achcar

Tradutores do Brasil

 

Anúncios

Valores: diária de interpretação Simultânea, Consecutiva, Acompanhamento

VALORES DE REFERÊNCIA DE 2019

Sintra

 

TRADUÇÃO JURAMENTADA

Os valores dos emolumentos de “tradução e versão juramentadas” são estabelecidos pelas juntas comerciais de cada estado, e devem ser consultados nos sites das juntas, disponíveis na Relação das Juntas Comerciais Conveniadas no site da Receita Federal.

INTERPRETAÇÃO DE CONFERÊNCIA

Como a “interpretação é uma atividade que exige concentração extrema e gera grande desgaste, os intérpretes trabalham sempre em dupla. Somente trabalhos com duração máxima de uma hora permitem a execução por um único intérprete”.

As boas práticas nacionais e internacionais indicam que a diária de “interpretação” deverá ter uma duração de 6 horas, sendo descontado somente o período do almoço na contagem de horas, mas não coffee breaks ou outras pausas menores que o almoço. Após o período de 6 horas, são cobradas horas extras.

Em caso de gravação ou transmissão por streaming, um valor de cerca de 30% costuma ser adicionado sobre a tarifa de base de 6 horas da “interpretação a título de direitos de autor”.

Em trabalhos que necessitem de deslocamento demorado, é comum a cobrança de 50% do valor de uma diária por dia de deslocamento, como compensação por lucros cessantes.

CENTRO-OESTE

DISTRITO FEDERAL (DF), GOIÁS (GO), MATO GROSSO (MT), MATO GROSSO DO SUL (MS)

Taxa de administração/coordenação 5% a 10% a combinar.

SUDESTE

ESPIRITO SANTO (ES), MINAS GERAIS (MG), RIO DE JANEIRO (RJ), SÃO PAULO (SP)

Taxa de administração/coordenação 5% a 10% a combinar.

 

SUL

PARANÁ (PR), RIO GRANDE DO SUL (RS), SANTA CATARINA (SC)

Taxa de administração/coordenação 5% a 10% a combinar.

 

INTERPRETAÇÃO DE LIBRAS

Clique para abrir a lista de valores de referência para tradução/interpretação de Libras (língua de sinais).

TRADUÇÃO DE MULTIMÍDIA”

 

“TRANSCRIÇÃO DE ÁUDIO”

 

FILMES PARA CINEMA

 

VÍDEOS PARA TELEVISÃO OU EM GERAL

 

TRADUÇÃO PARA DUBLAGEM

Para cinema ou TV, dadas as condições acima: 2 x o valor da legendagem

 

OUTROS SERVIÇOS DE MULTIMÍDIA

Sintra

Tradutores Brasil

Quanto cobrar por um trabalho de tradução?

Quanto ganha um tradutor por hora?

Qual o valor de uma tradução juramentada?

 

Procurando por Tradutores, intérpretes em São Paulo, intérpretes de inglês, intérpretes de espanhol, tradutores em São Paulo, intérpretes em São Paulo, o melhor e mais completo site de traduções, os melhores intérpretes de São Paulo

tradutores

Tradutores e intérpretes do Brasil

profissionais experientes em.

Interpretação de conferências
Festivais de cinema
Negociações multilaterais
Interpretação consecutiva
Interpretação simultânea
Interpretação de acompanhamento ad hoc”
tradutores e intérpretes

“transcrições áudio em texto”

tradutores intérpretes

11961967185

Procurando por “Tradutores  intérpretes em São Paulo” ,”intérpretes de inglês, intérpretes de espanhol, tradutores em São Paulo, intérpretes em São Paulo”, o melhor e mais completo site de traduções, os melhores “intérpretes de são Paulo”, o melhor custo benefício, consulte prazos, aulas de português, aulas de espanhol, aulas online e de português, cursos de inglês , cursos de espanhol para estrangeiros, atendemos em todo são Paulo a domicilio, Portuguese for Foreigners, profissionais qualificados, intérpretes.

Tradutores intérpretes do Brasil

Intérprete: Medico Laboratorial intérpretes científicos e médicos para laboratórios

 

Intérprete:

Medico Laboratorial: intérpretes científicos e médicos.

big-congreso-sec-tributacion-medicos966

   Estamos familiarizados com temas de medicina (anestesia, cirurgia ou medicina interna), odontologia (o setor odontológico em geral), farmácia e tecnologia médica sempre usando a terminologia precisa de cada especialidade.
Nossos intérpretes simultâneos altamente qualificados e experientes traduzem seu congresso e conferência ou sua visita a hospitais, instituições e políticos.

cosmetico

Por outro lado, para as empresas de cosméticos e produtos de beleza, traduzimos o seu seminário de formação e a sua apresentação ao público.

Tradutores e intérpretes

Consulte agora sem compromisso

tradutores intérpretes                       11961967185

Falsos cognatos mais conhecidos entre inglês e português.

Veja as palavras em inglês que até lembram umas palavras em português, mas o significado é bem diferente!

 Para “Tradutores e intérpretes”

Palavras em Inglês: 87 Falsos Cognatos que vão te surpreender

  1. actually (na verdade, na realidade, o fato é que)
  2. adept (especialista, profundo conhecedor)
  3. agenda (pauta do dia ou da reunião)
  4. alias (pseudônimo, nome falso)
  5. amass (acumular, juntar)
  6. anthem (hino)
  7. anticipate (prever, esperar ansiosamente)
  8. application (inscrição)
  9. appointment (compromisso com hora marcada)
  10. appreciation (gratidão, reconhecimento)
  11. argument (discussão, debate)
  12. assist (ajudar, dar suporte)
  13. assume (presumir, supor)
  14. be obliged (estar agradecido)
  15. balcony (sacada)
  16. beef (carne bovina)
  17. braces (aparelho dental)
  18. camera (máquina fotográfica)
  19. cigar (charuto)
  20. collar (gola)
  21. college (faculdade)
  22. competition (concorrência)
  23. comprehensive (abrangente, extenso, amplo)
  24. compromise (entrar em acordo, fazer concessão, acordo)
  25. convict (condenado)
  26. costume (fantasia)
  27. data (dados)
  28. deception (fraude, ato de enganar)
  29. defendant (réu, acusado)
  30. disposable (descartável)
  31. devolve (transferir)
  32. diversion (desvio)
  33. eventually (finalmente, por fim)
  34. exit (saída, sair)
  35. exciting (empolgante)
  36. exquisite (belo, refinado)
  37. fabric (tecido)
  38. grip (agarrar algo firmemente)
  39. hazard (risco)
  40. idiom (expressão idiomática)
  41. ingenious (engenhoso)
  42. ingenuity (criatividade)
  43. inhabitable (habitável)
  44. injury (ferimento)
  45. interest (juros)
  46. instance (exemplo)
  47. intoxication (embriaguez)
  48. jar (pote)
  49. journal (revista especializada)
  50. lace (tecido fino feito de fios, renda)
  51. ladder (escada portátil)
  52. lecture (palestra, aula)
  53. legend (lenda)
  54. library (biblioteca)
  55. location (localização)
  56. lunch (almoço)
  57. lojas (revista)
  58. mayor (prefeito)
  59. medicine (remédio)
  60. moisture (umidade)
  61. novel (romance)
  62. notice (notar, perceber)
  63. office (escritório)
  64. parents (pais)
  65. pasta (massa, macarrão)
  66. médico (médico)
  67. policy (políticas, diretrizes)
  68. prejudice (preconceito)
  69. preservative (conservante)
  70. particular (particular)
  71. push (empurrar) 
  72. pull (puxar)
  73. realize (perceber)
  74. record (gravar um disco ou dados)
  75. requirement (requisito)
  76. resume (retomar, reiniciar)
  77. retired (aposentado)
  78. retribution (represália, punição)
  79. scholar (erudito)
  80. senior (idoso)
  81. sensible (sensato)
  82. service (atendimento)
  83. silicon (silício)
  84. support (appoiar, apoio)
  85. syndic (representante jurídico, delegado)
  86. tax (imposto)
  87. vegetables (legumes e verduras)

esfingles

tradutores

intérpretes tradutores


 

profissionais de tradução, melhores“tradutores e intérpretes de espanhol”,”traductores e intérpretes de español”,” contratar traductores directo con los traductores e intérpretes en Brasil” ,”los mejores traductores de español en San Pablo” ,”traductores en San Pablo Brasil””,tradutores direto com o tradutor”,traductores e intérpretes sem intermediário” profissionais de tradução

Principais diferenças entre “Tradutores” e “Intérpretes”

Principais diferenças entre “Tradutores” e “Intérpretes”

É normal confundir essas duas funções, já que muitas pessoas desconhecem as diferenças entre eles. O papel dos dois profissionais é similar no que corresponde ao conceito de tomar um material – seja falado ou escrito – em um idioma e passá-lo a outro. A questão é que o processo de como isso será feito é quem marca as diferenças.

A “tradução” está mais focada no âmbito escrito e a interpretação envolve o universo da linguagem oral e suas vertentes. Neste caso, refiro-me aos diferentes sotaques, diferentes tipos de vocabulário (mais literário, técnico, ou até científico)

tradutora

O “tradutor” para exercer seu trabalho usa ferramentas de suporte para dar-lhe mais facilidades a hora de transferir um material de um idioma a outro. Tais ferramentas podem ser: dicionários, glossários, softwares. (As ferramentas tecnológicas de tradução devem ser usadas com cautela, falamos delas em um post anterior). Para realizar o trabalho de “tradução, o profissional não só deve conhecer muito bem os idiomas com os que vai trabalhar”, mas também, realizar um estudo e pesquisa das palavras adequadas a esse assunto. Pode que esse estudo e pesquisa envolva até mesmo uma questão regional, já que países que falam os mesmos idiomas apresentam com frequência diferenças em suas terminologias. Exemplo: inglês britânico, ou americano, espanhol da Espanha ou da América Latina.

cris achcar tradutora

Já o” intérprete, por sua vez, concentra seu trabalho em transmitir oralmente a mensagem escutada.” Essa “transmissão” pode ser feita de diferentes formas: simultaneamente (“traduzir ao mesmo tempo em que escuta. É necessária a capacidade de pensar em forma rápida e ter boa memória para recordar vocábulos específicos”, já que não há tempo de buscar palavras ou pensar se este ou aquele termo ficaria melhor), consecutivamente(o palestrante fala por alguns momentos e o “intérprete espera uma pausa para poder traduzir tudo o que foi dito – requer capacidade de memória e síntese para não omitir nada importante e tampouco mudar o discurso), ou em forma sussurrada(o intérprete” posiciona-se bem próximo de quem necessita a” tradução” e vai falando ao mesmo tempo que o palestrante). No caso do trabalho de interpretação as ferramentas serão diferentes, pois aqui serão necessários equipamentos específicos de som como microfones, fones, a cabine acústica em se tratando de tradução simultânea. Para a consecutiva, além da boa memória, é indispensável a boa e velha dupla “papel e caneta”

Tecnicamente falando, o “tradutor” não deixa de ser um “intérprete”. Afinal, nossa função é transmitir uma informação de um idioma a outro de maneira que fique claro e preciso interpretado sempre o que não deve ser omitido e como deve ser transmitido. O que os diferencia dos conhecidos “tradutores” automatizados é que somos capazes de transmitir essas informações usando emoção e sendo capazes de escolher a palavra certa para que a mensagem não se perda e contenha a mesma emoção que o autor de um texto quer que o leitor sinta, por exemplo. Então, torna-se fundamental o conhecimento e o estudo da Linguagem – o que é proporcionado pelo curso de Letras -, afinal só “saber comunicar-se nos dois idiomas” não é suficiente. Gostar de ler, pesquisar, e ter dedicação plena são fatores que constroem um bom “tradutor/intérprete”

Por Cris Achcar

mcatrad

 

Profissionais especializados em comunicação tradutores e intérpretes SP.

voz
mcatradutores

 

Nos dias de hoje, mais do que nunca, todos nós precisamos
de saber línguas — seja para viagens de lazer ou de
negócios, para estudar no estrangeiro ou trabalhar.
Impõe-se, pois, incentivar a aprendizagem de línguas
estrangeiras desde muito cedo, promovendo a continuação
do seu estudo ao longo da vida.
No entanto, há alturas em que não temos as competências
linguísticas necessárias: ou não sabemos a língua em
questão, ou há demasiados riscos envolvidos para
que possamos depender exclusivamente das nossas
competências. É nestas situações que é necessário recorrer
a profissionais especializados em comunicação multilingue:
tradutores e intérpretes.

Interpretação:
O que se entende por interpretação e tradução?
Gostaria de seguir uma carreira em interpretação
ou tradução?
Necessita de contactar um profissional da tradução
ou da interpretação?

cris achcar tradutora
tradutora intérprete Cris Achcar

“Tradução”

A “tradução” é uma profissão. Se bastasse ter um bom
dicionário, as traduções de má qualidade não seriam tão
frequentes (lembre-se de todos os manuais de instruções
incompreensíveis, assim como dos divertidos avisos
nos hotéis!).
Ser capaz de falar e escrever numa
língua estrangeira não significa que se
é capaz de fazer uma” boa tradução.”

Apesar de algumas pessoas traduzirem para mais do que uma
língua, regra geral os tradutores especializam-se numa
única direção. Ter um conhecimento passivo ou ativo de uma
língua não é o mesmo. Além disso, um “tradutor literário “não é
necessariamente capaz de traduzir um contrato jurídico, e um
tradutor de manuais de gestão certamente não será escolhido
para uma “tradução” no domínio da medicina

Traduções automáticas:
Algumas “traduções” automáticas são bastante boas,
mas os computadores nunca serão capazes de traduzir
como um ser humano, uma vez que as subtilezas e
as nuances da linguagem humana continuam fora do
alcance da inteligência artificial. No entanto, os programas
informáticos atualmente disponíveis no mercado são cada
vez mais poderosos e constituem uma ajuda preciosa para
os “tradutores”.

A pesquisa:
A pesquisa é uma parte essencial
da “tradução”. Os tradutores têm de
analisar e avaliar de maneira crítica
as fontes de informação e os termos
encontrados nos glossários.

Mcatrad

tradutores e intérpretes SP

sitio matéria

Un poco de historia de los traductores profesionales

Pues es un poco largo el artículo, pero merece la pena profundizar un poco en la vida de aquellos tradutores que nos traen el arte literario desde cualquier rincón de las lenguas.

 

El arte supremo de la traición

Dos libros de autores locales aparecidos recientemente ponen luces sobre el oficio de la traducción: la biografía del primer traductor del “Ulises” al castellano y la primera traducción íntegra del “Finnegans Wake”.

Gonzalo Leon
El escritor y traductor español Javier Calvo publicó hace unos meses un ensayo sobre la historia de la traducción: El fantasma en el libro (Seix Barral). En él cuenta que este oficio en un inicio empezó siendo algo de príncipes y de sabios, que luego estuvo vinculado con la religión, y que siempre hubo textos imposibles de traducir, básicamente porque se les consideraba sagrados, porque era tabú o porque era extraño ver un mismo texto en dos idiomas.Cuenta que, en Roma, Marcelo Tulio Cicerón fue el “primer traductor estrella de Occidente”. En esa época la filosofía griega no se traducía: “La idea misma de coger los conceptos de la filosofía y traducirlos al latín resultaba chocante; imperaba la idea de que para eso habría que inventar un idioma nuevo”. Pero también los textos religiosos eran intraducibles: “Era tabú pervertir los textos sagrados escribiéndolos bajo una forma distinta a la original”. Pero además los romanos “no concebían que se pudiera escribir el mismo libro en dos idiomas, les resultaba una idea demasiado extraña”. Cicerón, contrario a las ideas de su tiempo, sí creía que podían traducirse textos filosóficos y a eso dedicó la última parte de su vida. Tal vez esta desfachatez propia de Cicerón, pero que también puede encontrarse en José Salas Subirat y Marcelo Zabaloy, los primeros traductores al castellano de las vanguardistas obras de James Joyce, es la actitud que ha llevado a desacralizar ciertos textos y llevarlos de un idioma a otro.Al parecer es necesaria esta falta de respeto para traducir textos en algún grado sacros. Pasó con la traducción de la Biblia al latín que emprendió Jerónimo de Estridón, a quien el papa Dámaso I le encomendó en el año 382 dicha tarea.Borges tenía una tesis con relación al carácter sagrado de los textos. Cuenta que cuando tradujo para Victoria Ocampo a André Gide suprimió “algunas repeticiones completamente idiotas”. Entonces Victoria le dijo que no podía hacer eso, porque el espíritu de Gide se perdía, pero él ironizaba con esto: “Lo que pasa es que una vez que algo aparece en letras de molde, en un libro, ¡ah!, ya es sagrado, no se puede tocar, solamente puede ser como es”. Las traducciones de Borges estaban hechas con una concepción del siglo XIX ya que, como explica Calvo, en ese tiempo la tarea de los escritores-traductores “consistía en mejorar a los autores de épocas anteriores y corregir sus errores”.

Continua Aqui

o copiarURL

http://www.serviciodetraductores.com/un-poco-de-historia-de-los-traductores-profesionales/

“tradutores e Intérpretes de São Paulo”

“tradutores em São Paulo”

“tradutore e intérpretes em Campina

“tradutores em campina”

“traductores en san paulo”

“tradutores e intérpretes em Santos”

 

Los más de 500 errores en la traducción de “El capital” de Karl Marx

marx
Karl Marx

En 2017 se cumplen 150 años de la primera edición de “El capital” de Karl Marx, el libro que ha alimentado un torrente de pensamientos, debates, movimientos políticos que aún en nuestros días sigue avanzando y ramificándose sin pausa.

Esa obra ha tenido una influencia profunda en América Latina, no sólo en ámbitos académicos sino también en las trincheras de las revoluciones de izquierda que se extendieron por la región especialmente hacia mediados del siglo pasado.

Hoy también se sigue leyendo, con más o menos profundidad, en casas de estudio de toda la región.

Pero hay un problema .

“Traducción” errada

La versión más difundida en español —y es algo que conocen estudiosos de “El capital”— tiene muchos problemas de “traducción”, algunos serios, tanto que pueden llevar a errores de interpretación; ninguna versión está exenta de tener algún error , dicen los que las conocen al detalle.

Y hay alguien que se tomó el trabajo de zambullirse por diez años en esas obras, buscando esos problemas de traducción.

Erick Pernett, colombiano, cursó un doctorado en el Instituto de Sociología de Moscú de la Academia de Ciencias de lo que era la Unión Soviética, entre 1978 y 1984.

mqrx1
Karl Marx

Encontró decenas y decenas de erratas, errores de redacción, errores de fórmulas, errores conceptuales .

“En el fondo”, dijo, “todos son errores que afectan conceptualmente la obra”.

Se concentró en la edición más popular, la del Fondo de Cultura Económica (FCE), que salió por primera vez a la venta en 1946. Para determinar dónde había fallos contrastó con otras tres ediciones en español y, ante la duda, con una edición en ruso.

Y a su vez BBC Mundo contó con la ayuda de la académica y “traductora” (del alemán al español, entre otros idiomas), también colombiana, Erna von der Walde, para contrastar algunos de esos errores señalados por Pernett con la edición original en “alemán”.

Algunos ejemplos

Estos son tan solo algunos de los más de 500 que detectó Pernett, compilados en un libro de su autoría que sale al público en breve.

En el tomo I, página 102, de la 2ª edición se lee (el error está en negritas, al igual que la corrección más abajo):

“Si dejamos a un lado cierta excepción, el atesoramiento excesivo de dinero, cuando rebasa el nivel medio, es síntoma de que la circulación de mercancías se estanca o de que las metamorfosis de las mercancías se desarrollan ininterrumpidamente “.

Pero Pernett dice que debería leerse (y von der Walde está de acuerdo):

“Si dejamos a un lado cierta excepción, el atesoramiento excesivo de dinero, cuando rebasa el nivel medio, es síntoma de que la circulación de mercancías se estanca, o de que las metamorfosis de las mercancías no se desarrollan ininterrumpidamente “.

Algo que no se corrigió en la 4ª edición de la obra, de 2014, por parte del FCE.

En otros casos faltan párrafos completos en la “traducción”.

Y se suceden muchos errores conceptuales, como este (del tomo II, página 27):

“Por tanto, la fórmula que expresa el ciclo del capital-dinero es: D – M… P… M’ – D’. Los puntos indican la interrupción del proceso de producción y M’ y D’ representan M y D incrementados por la plusvalía”.

Que realmente es:

“Por tanto, la fórmula que expresa el ciclo del capital-dinero es: D – M… P… M’ – D’. Los puntos indican la interrupción del proceso de circulación y M’ y D’ representan M y D incrementados por la plusvalía”.

También Pernett identificó esta omisión —que afecta conceptualmente el texto— en la página 339 del tomo II, de la edición del FCE:

“En cambio, el dinero que el obrero recibe del capitalista solo entra en posesión de este valor antes de pagarlo “.

De acuerdo con él, debería ser:

“En cambio, el dinero que el obrero recibe del capitalista, solo lo recibe después de haberle concedido a éste, el uso de su fuerza de trabajo, después que la misma está realizada ya en el valor del producto. Por tanto, el capitalista posee este valor, antes de pagarlo “.

Aunque von Erna der Walde sugiere esta variación (en negritas), de acuerdo con el original en alemán:

“En cambio, el dinero que el obrero recibe del capitalista, solo lo recibe en primera instancia después de haberle concedido a éste, el uso de su fuerza de trabajo, después que la mismaestá convertida ya en el valor del producto. Por tanto, el capitalista se ha apropiado de este valor antes de haberlo pagado “.

También hay erratas, como lo siguiente señalada por Pernett en el tomo III, página 262, del FCE:

“En primer lugar, por razón de la creciente suspensión relativa (…)”.

Que debería ser:

“En primer lugar, por razón de la creciente sobrepoblaciónrelativa (…)”.

Dificilísimo de “traducir

Así como estas, Pernett encontró decenas y decenas de errores, omisiones, confusiones.

Lo que ocurre, le dijo a BBC Mundo Erna von der Walde es que “el vocabulario de Marx” es dificilísimo de “traducir” .

Por ejemplo, los términos que tienen que ver con el valor. En el caso de “valor de uso” o “valor de cambio” se utilizan dos sustantivos para construir cada término español, cuando en inglés o alemán es un sustantivo más un adjetivo. Como este, hay innumerables problemas de traducción en esa obra.

En cualquier caso, el uso de “traducciones” con errores o problemas ha sido tema de largo de los estudiosos de “El capital”.

El escritor venezolano Ibsen Martínez publicó una breve pieza en el diario El País en la que contaba una anécdota del Chile de la época de Salvador Allende.

Tradutora e Intérprete

Cristina Achar

Tanto para a “tradução como a interpretação” é indispensável um conhecimento com base em estudos e experiências.

Em muitos casos, não exatamente o desse artigo, o profissional eleito não atende ao perfil de demanda do trabalho, pois o contratante quer economizar no orçamento a ser gasto sem pensar que isso pode fazer com que o evento em questão saia mal devido a critérios inadequados no momento de tomar decisões; nunca deveríamos contratar o que menos cobra senão o MAIS CAPACITADO para executar o serviço.

Tratando-se de“tradução ou interpretação“não basta com “SER FLUENTE”. Saber os idiomas em questão pode garantir que a comunicação flua, entretanto, saber O QUÊ e COMO falar pode fazer toda diferença. A secretária de sua empresa pode saber inglês de forma fluente, mas se ela nunca ouviu um “alemão falando inglês”, por exemplo, é provável que a comunicação não seja tão fluída e segura assim, uma vez que ela não possui a experiência e preparo necessários que a ajudariam a comunicar-se com o estrangeiro de maneira assertiva.

Para citar outra situação onde a inexperiência e falta de conhecimentos técnicos pode comprometer um evento, houve o caso de uma empresa que nos procurou para um orçamento de” tradução simultânea” e terminou por agradecer nossa atenção, mas sua chefe havia conseguido um professor de “inglês” que se dispôs a fazer o trabalho pela metade do valor cobrado  no mercado, soube um tempo depois que o evento havia apresentado problemas afinal, o professor apesar de saber o “idioma e ensinar muito bem não tinha a experiência e não havia se preparado para atuar como intérprete e realizar uma tradução simultânea”. E assim, o evento apresentou problemas não só técnicos, (pois o profissional tampouco sabia fazer uso correto dos equipamentos), como também na interpretação pela falta de familiaridade do “intérprete” com o tema a ser tratado, o que comprometeu a fala do palestrante

mcatrad

tradutores e intérpretes

fonte

“TRANSCRIÇÃO LEGENDAGEM “