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Principais diferenças entre “Tradutores” e “Intérpretes”

Principais diferenças entre “Tradutores” e “Intérpretes”

É normal confundir essas duas funções, já que muitas pessoas desconhecem as diferenças entre eles. O papel dos dois profissionais é similar no que corresponde ao conceito de tomar um material – seja falado ou escrito – em um idioma e passá-lo a outro. A questão é que o processo de como isso será feito é quem marca as diferenças.

A “tradução” está mais focada no âmbito escrito e a interpretação envolve o universo da linguagem oral e suas vertentes. Neste caso, refiro-me aos diferentes sotaques, diferentes tipos de vocabulário (mais literário, técnico, ou até científico)

tradutora

O “tradutor” para exercer seu trabalho usa ferramentas de suporte para dar-lhe mais facilidades a hora de transferir um material de um idioma a outro. Tais ferramentas podem ser: dicionários, glossários, softwares. (As ferramentas tecnológicas de tradução devem ser usadas com cautela, falamos delas em um post anterior). Para realizar o trabalho de “tradução, o profissional não só deve conhecer muito bem os idiomas com os que vai trabalhar”, mas também, realizar um estudo e pesquisa das palavras adequadas a esse assunto. Pode que esse estudo e pesquisa envolva até mesmo uma questão regional, já que países que falam os mesmos idiomas apresentam com frequência diferenças em suas terminologias. Exemplo: inglês britânico, ou americano, espanhol da Espanha ou da América Latina.

cris achcar tradutora

Já o” intérprete, por sua vez, concentra seu trabalho em transmitir oralmente a mensagem escutada.” Essa “transmissão” pode ser feita de diferentes formas: simultaneamente (“traduzir ao mesmo tempo em que escuta. É necessária a capacidade de pensar em forma rápida e ter boa memória para recordar vocábulos específicos”, já que não há tempo de buscar palavras ou pensar se este ou aquele termo ficaria melhor), consecutivamente(o palestrante fala por alguns momentos e o “intérprete espera uma pausa para poder traduzir tudo o que foi dito – requer capacidade de memória e síntese para não omitir nada importante e tampouco mudar o discurso), ou em forma sussurrada(o intérprete” posiciona-se bem próximo de quem necessita a” tradução” e vai falando ao mesmo tempo que o palestrante). No caso do trabalho de interpretação as ferramentas serão diferentes, pois aqui serão necessários equipamentos específicos de som como microfones, fones, a cabine acústica em se tratando de tradução simultânea. Para a consecutiva, além da boa memória, é indispensável a boa e velha dupla “papel e caneta”

Tecnicamente falando, o “tradutor” não deixa de ser um “intérprete”. Afinal, nossa função é transmitir uma informação de um idioma a outro de maneira que fique claro e preciso interpretado sempre o que não deve ser omitido e como deve ser transmitido. O que os diferencia dos conhecidos “tradutores” automatizados é que somos capazes de transmitir essas informações usando emoção e sendo capazes de escolher a palavra certa para que a mensagem não se perda e contenha a mesma emoção que o autor de um texto quer que o leitor sinta, por exemplo. Então, torna-se fundamental o conhecimento e o estudo da Linguagem – o que é proporcionado pelo curso de Letras -, afinal só “saber comunicar-se nos dois idiomas” não é suficiente. Gostar de ler, pesquisar, e ter dedicação plena são fatores que constroem um bom “tradutor/intérprete”

Por Cris Achcar

mcatrad

 

Profissionais especializados em comunicação tradutores e intérpretes SP.

voz
mcatradutores

 

Nos dias de hoje, mais do que nunca, todos nós precisamos
de saber línguas — seja para viagens de lazer ou de
negócios, para estudar no estrangeiro ou trabalhar.
Impõe-se, pois, incentivar a aprendizagem de línguas
estrangeiras desde muito cedo, promovendo a continuação
do seu estudo ao longo da vida.
No entanto, há alturas em que não temos as competências
linguísticas necessárias: ou não sabemos a língua em
questão, ou há demasiados riscos envolvidos para
que possamos depender exclusivamente das nossas
competências. É nestas situações que é necessário recorrer
a profissionais especializados em comunicação multilingue:
tradutores e intérpretes.

Interpretação:
O que se entende por interpretação e tradução?
Gostaria de seguir uma carreira em interpretação
ou tradução?
Necessita de contactar um profissional da tradução
ou da interpretação?

cris achcar tradutora
tradutora intérprete Cris Achcar

“Tradução”

A “tradução” é uma profissão. Se bastasse ter um bom
dicionário, as traduções de má qualidade não seriam tão
frequentes (lembre-se de todos os manuais de instruções
incompreensíveis, assim como dos divertidos avisos
nos hotéis!).
Ser capaz de falar e escrever numa
língua estrangeira não significa que se
é capaz de fazer uma” boa tradução.”

Apesar de algumas pessoas traduzirem para mais do que uma
língua, regra geral os tradutores especializam-se numa
única direção. Ter um conhecimento passivo ou ativo de uma
língua não é o mesmo. Além disso, um “tradutor literário “não é
necessariamente capaz de traduzir um contrato jurídico, e um
tradutor de manuais de gestão certamente não será escolhido
para uma “tradução” no domínio da medicina

Traduções automáticas:
Algumas “traduções” automáticas são bastante boas,
mas os computadores nunca serão capazes de traduzir
como um ser humano, uma vez que as subtilezas e
as nuances da linguagem humana continuam fora do
alcance da inteligência artificial. No entanto, os programas
informáticos atualmente disponíveis no mercado são cada
vez mais poderosos e constituem uma ajuda preciosa para
os “tradutores”.

A pesquisa:
A pesquisa é uma parte essencial
da “tradução”. Os tradutores têm de
analisar e avaliar de maneira crítica
as fontes de informação e os termos
encontrados nos glossários.

Mcatrad

tradutores e intérpretes SP

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Un poco de historia de los traductores profesionales

Pues es un poco largo el artículo, pero merece la pena profundizar un poco en la vida de aquellos tradutores que nos traen el arte literario desde cualquier rincón de las lenguas.

 

El arte supremo de la traición

Dos libros de autores locales aparecidos recientemente ponen luces sobre el oficio de la traducción: la biografía del primer traductor del “Ulises” al castellano y la primera traducción íntegra del “Finnegans Wake”.

Gonzalo Leon
El escritor y traductor español Javier Calvo publicó hace unos meses un ensayo sobre la historia de la traducción: El fantasma en el libro (Seix Barral). En él cuenta que este oficio en un inicio empezó siendo algo de príncipes y de sabios, que luego estuvo vinculado con la religión, y que siempre hubo textos imposibles de traducir, básicamente porque se les consideraba sagrados, porque era tabú o porque era extraño ver un mismo texto en dos idiomas.Cuenta que, en Roma, Marcelo Tulio Cicerón fue el “primer traductor estrella de Occidente”. En esa época la filosofía griega no se traducía: “La idea misma de coger los conceptos de la filosofía y traducirlos al latín resultaba chocante; imperaba la idea de que para eso habría que inventar un idioma nuevo”. Pero también los textos religiosos eran intraducibles: “Era tabú pervertir los textos sagrados escribiéndolos bajo una forma distinta a la original”. Pero además los romanos “no concebían que se pudiera escribir el mismo libro en dos idiomas, les resultaba una idea demasiado extraña”. Cicerón, contrario a las ideas de su tiempo, sí creía que podían traducirse textos filosóficos y a eso dedicó la última parte de su vida. Tal vez esta desfachatez propia de Cicerón, pero que también puede encontrarse en José Salas Subirat y Marcelo Zabaloy, los primeros traductores al castellano de las vanguardistas obras de James Joyce, es la actitud que ha llevado a desacralizar ciertos textos y llevarlos de un idioma a otro.Al parecer es necesaria esta falta de respeto para traducir textos en algún grado sacros. Pasó con la traducción de la Biblia al latín que emprendió Jerónimo de Estridón, a quien el papa Dámaso I le encomendó en el año 382 dicha tarea.Borges tenía una tesis con relación al carácter sagrado de los textos. Cuenta que cuando tradujo para Victoria Ocampo a André Gide suprimió “algunas repeticiones completamente idiotas”. Entonces Victoria le dijo que no podía hacer eso, porque el espíritu de Gide se perdía, pero él ironizaba con esto: “Lo que pasa es que una vez que algo aparece en letras de molde, en un libro, ¡ah!, ya es sagrado, no se puede tocar, solamente puede ser como es”. Las traducciones de Borges estaban hechas con una concepción del siglo XIX ya que, como explica Calvo, en ese tiempo la tarea de los escritores-traductores “consistía en mejorar a los autores de épocas anteriores y corregir sus errores”.

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http://www.serviciodetraductores.com/un-poco-de-historia-de-los-traductores-profesionales/

“tradutores e Intérpretes de São Paulo”

“tradutores em São Paulo”

“tradutore e intérpretes em Campina

“tradutores em campina”

“traductores en san paulo”

“tradutores e intérpretes em Santos”

 

Los más de 500 errores en la traducción de “El capital” de Karl Marx

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Karl Marx

En 2017 se cumplen 150 años de la primera edición de “El capital” de Karl Marx, el libro que ha alimentado un torrente de pensamientos, debates, movimientos políticos que aún en nuestros días sigue avanzando y ramificándose sin pausa.

Esa obra ha tenido una influencia profunda en América Latina, no sólo en ámbitos académicos sino también en las trincheras de las revoluciones de izquierda que se extendieron por la región especialmente hacia mediados del siglo pasado.

Hoy también se sigue leyendo, con más o menos profundidad, en casas de estudio de toda la región.

Pero hay un problema .

“Traducción” errada

La versión más difundida en español —y es algo que conocen estudiosos de “El capital”— tiene muchos problemas de “traducción”, algunos serios, tanto que pueden llevar a errores de interpretación; ninguna versión está exenta de tener algún error , dicen los que las conocen al detalle.

Y hay alguien que se tomó el trabajo de zambullirse por diez años en esas obras, buscando esos problemas de traducción.

Erick Pernett, colombiano, cursó un doctorado en el Instituto de Sociología de Moscú de la Academia de Ciencias de lo que era la Unión Soviética, entre 1978 y 1984.

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Karl Marx

Encontró decenas y decenas de erratas, errores de redacción, errores de fórmulas, errores conceptuales .

“En el fondo”, dijo, “todos son errores que afectan conceptualmente la obra”.

Se concentró en la edición más popular, la del Fondo de Cultura Económica (FCE), que salió por primera vez a la venta en 1946. Para determinar dónde había fallos contrastó con otras tres ediciones en español y, ante la duda, con una edición en ruso.

Y a su vez BBC Mundo contó con la ayuda de la académica y “traductora” (del alemán al español, entre otros idiomas), también colombiana, Erna von der Walde, para contrastar algunos de esos errores señalados por Pernett con la edición original en “alemán”.

Algunos ejemplos

Estos son tan solo algunos de los más de 500 que detectó Pernett, compilados en un libro de su autoría que sale al público en breve.

En el tomo I, página 102, de la 2ª edición se lee (el error está en negritas, al igual que la corrección más abajo):

“Si dejamos a un lado cierta excepción, el atesoramiento excesivo de dinero, cuando rebasa el nivel medio, es síntoma de que la circulación de mercancías se estanca o de que las metamorfosis de las mercancías se desarrollan ininterrumpidamente “.

Pero Pernett dice que debería leerse (y von der Walde está de acuerdo):

“Si dejamos a un lado cierta excepción, el atesoramiento excesivo de dinero, cuando rebasa el nivel medio, es síntoma de que la circulación de mercancías se estanca, o de que las metamorfosis de las mercancías no se desarrollan ininterrumpidamente “.

Algo que no se corrigió en la 4ª edición de la obra, de 2014, por parte del FCE.

En otros casos faltan párrafos completos en la “traducción”.

Y se suceden muchos errores conceptuales, como este (del tomo II, página 27):

“Por tanto, la fórmula que expresa el ciclo del capital-dinero es: D – M… P… M’ – D’. Los puntos indican la interrupción del proceso de producción y M’ y D’ representan M y D incrementados por la plusvalía”.

Que realmente es:

“Por tanto, la fórmula que expresa el ciclo del capital-dinero es: D – M… P… M’ – D’. Los puntos indican la interrupción del proceso de circulación y M’ y D’ representan M y D incrementados por la plusvalía”.

También Pernett identificó esta omisión —que afecta conceptualmente el texto— en la página 339 del tomo II, de la edición del FCE:

“En cambio, el dinero que el obrero recibe del capitalista solo entra en posesión de este valor antes de pagarlo “.

De acuerdo con él, debería ser:

“En cambio, el dinero que el obrero recibe del capitalista, solo lo recibe después de haberle concedido a éste, el uso de su fuerza de trabajo, después que la misma está realizada ya en el valor del producto. Por tanto, el capitalista posee este valor, antes de pagarlo “.

Aunque von Erna der Walde sugiere esta variación (en negritas), de acuerdo con el original en alemán:

“En cambio, el dinero que el obrero recibe del capitalista, solo lo recibe en primera instancia después de haberle concedido a éste, el uso de su fuerza de trabajo, después que la mismaestá convertida ya en el valor del producto. Por tanto, el capitalista se ha apropiado de este valor antes de haberlo pagado “.

También hay erratas, como lo siguiente señalada por Pernett en el tomo III, página 262, del FCE:

“En primer lugar, por razón de la creciente suspensión relativa (…)”.

Que debería ser:

“En primer lugar, por razón de la creciente sobrepoblaciónrelativa (…)”.

Dificilísimo de “traducir

Así como estas, Pernett encontró decenas y decenas de errores, omisiones, confusiones.

Lo que ocurre, le dijo a BBC Mundo Erna von der Walde es que “el vocabulario de Marx” es dificilísimo de “traducir” .

Por ejemplo, los términos que tienen que ver con el valor. En el caso de “valor de uso” o “valor de cambio” se utilizan dos sustantivos para construir cada término español, cuando en inglés o alemán es un sustantivo más un adjetivo. Como este, hay innumerables problemas de traducción en esa obra.

En cualquier caso, el uso de “traducciones” con errores o problemas ha sido tema de largo de los estudiosos de “El capital”.

El escritor venezolano Ibsen Martínez publicó una breve pieza en el diario El País en la que contaba una anécdota del Chile de la época de Salvador Allende.

Tradutora e Intérprete

Cristina Achar

Tanto para a “tradução como a interpretação” é indispensável um conhecimento com base em estudos e experiências.

Em muitos casos, não exatamente o desse artigo, o profissional eleito não atende ao perfil de demanda do trabalho, pois o contratante quer economizar no orçamento a ser gasto sem pensar que isso pode fazer com que o evento em questão saia mal devido a critérios inadequados no momento de tomar decisões; nunca deveríamos contratar o que menos cobra senão o MAIS CAPACITADO para executar o serviço.

Tratando-se de“tradução ou interpretação“não basta com “SER FLUENTE”. Saber os idiomas em questão pode garantir que a comunicação flua, entretanto, saber O QUÊ e COMO falar pode fazer toda diferença. A secretária de sua empresa pode saber inglês de forma fluente, mas se ela nunca ouviu um “alemão falando inglês”, por exemplo, é provável que a comunicação não seja tão fluída e segura assim, uma vez que ela não possui a experiência e preparo necessários que a ajudariam a comunicar-se com o estrangeiro de maneira assertiva.

Para citar outra situação onde a inexperiência e falta de conhecimentos técnicos pode comprometer um evento, houve o caso de uma empresa que nos procurou para um orçamento de” tradução simultânea” e terminou por agradecer nossa atenção, mas sua chefe havia conseguido um professor de “inglês” que se dispôs a fazer o trabalho pela metade do valor cobrado  no mercado, soube um tempo depois que o evento havia apresentado problemas afinal, o professor apesar de saber o “idioma e ensinar muito bem não tinha a experiência e não havia se preparado para atuar como intérprete e realizar uma tradução simultânea”. E assim, o evento apresentou problemas não só técnicos, (pois o profissional tampouco sabia fazer uso correto dos equipamentos), como também na interpretação pela falta de familiaridade do “intérprete” com o tema a ser tratado, o que comprometeu a fala do palestrante

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tradutores e intérpretes

fonte

“TRANSCRIÇÃO LEGENDAGEM “

TRANSCRIÇÕES LEGENDAGEM filmes, vídeos institucionais, seriados, documentários

“TRANSCRIÇÃO e LEGENDAGEM”.
“Transcrição”:                                                                                                                            “passamos de áudio a texto tudo que está sendo falado no vídeo nos idiomas: Português, Inglês ou Espanhol.
“Legendagem”:                                                                                                                            “realizamos a transcrição com posterior tradução das falas em filmes, vídeos institucionais, seriados, documentários, entre outros”.

Entregamos o vídeo já com as legendas colocadas ou podemos entregar somente o texto em formato adequado para que as legendas sejam​ inseridas no vídeo, de acordo com a necessidade do cliente.

Tradutores e intérpretes de São Paulo Brasil

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TRANSCRIÇÃO LEGENDAGEM filmes, vídeos institucionais, seriados, documentários Espanhol Inglês Português.

“TRANSCRIÇÕES LEGENDAGEM filmes, vídeos institucionais, seriados, documentários”

 

TRANSCRIÇÃO LEGENDAGEM filmes, vídeos institucionais, seriados, documentários

Tradutores e Intérpretes pelo mundo:

Tradutores e Intérpretes pelo mundo:

Profissionais Tradutores e Intérpretes em Portugal

Diferença dos Tradutores e Intérpretes
Os serviços dos intérpretes de conferência
Evolução na Carreira de intérpretes e tradutores

Gabinete do ensino superior da Madeira

TRADUTOR E INTÉRPRETE

Natureza do Trabalho

Os tradutores e os intérpretes são os profissionais responsáveis pela transposição de textos ou discursos de uma língua para outra, permitindo que pessoas que escrevem e falam em línguas diferentes possam comunicar entre si. Apesar da maioria das pessoas julgar que ambos traduzem, na realidade não é isso que acontece: em regra, enquanto o tradutor traduz textos escritos, o intérprete interpreta discursos orais.
Os tradutores são os profissionais que traduzem textos de revistas, livros e documentos de diferentes géneros, sejam estes de natureza literária, técnica ou científica. Para tal, lêem e estudam o texto original, apreendem o seu sentido geral e, em seguida, procedem à sua tradução, procurando respeitar com a máxima fidelidade possível as ideias e o pensamento nele presentes e aplicando a terminologia mais correcta. Estes profissionais fazem também a tradução de legendas de filmes, de peças de teatro, de desenhos animados e de programas audiovisuais, para que estes possam ser sonorizados, dobrados ou legendados. Os tradutores que se dedicam à legendagem de audiovisuais são também designados de marcadores de legendas.
Os intérpretes transpõem um discurso oral emitido numa língua para outra língua e funcionam como elo de ligação entre pessoas que comunicam verbalmente entre si em idiomas diferentes. As principais modalidades de interpretação existentes são a interpretação de acompanhamento, a interpretação judicial e a interpretação de conferência. O “intérprete “de acompanhamento é o profissional que, acompanhando determinada pessoa, interpreta em ambos os sentidos os diálogos que esta estabelece com interlocutores que comunicam numa outra língua. A interpretação judicial, por seu lado, é a interpretação que é realizada no âmbito de um julgamento e a interpretação de conferência é a que tem lugar em reuniões multilíngues formais, designadamente congressos, seminários, conferências, mesas-redondas, encontros ou jornadas.
Os intérpretes de conferência recorrem a dois métodos de trabalho distintos, consoante o tipo de reunião: a interpretação consecutiva e a interpretação simultânea. A interpretação consecutiva é o método mais adequado para as conversações que envolvem um número reduzido de idiomas e de participantes, tais como pequenas reuniões técnicas entre especialistas. Nestes casos, o intérprete de conferência encontra-se junto do orador, ouvindo a sua intervenção e tirando apontamentos; em seguida, interpreta integralmente numa outra língua o discurso ocorrido, como se este fosse seu (isto é, na primeira pessoa do singular). O modo simultâneo, por seu lado, é o método mais adequado para encontros que envolvem um largo número de participantes, garantindo a transposição quase imediata dos discursos orais. No modo simultâneo, a equipa de intérpretes instala-se em cabinas (existem sempre, pelo menos, dois intérpretes por cada cabina), junto de um microfone e com auscultadores, e ouve as intervenções faladas numa determinada língua, transmitindo-as em outras línguas, ao ritmo a que são proferidas, para os ouvintes na sala. A “interpretação simultânea” permite que os participantes num dado encontro multilíngue possam ouvir e falar a sua própria língua durante toda a reunião.
Quer os “tradutores quer os intérpretes” necessitam de conhecer profundamente as línguas com as quais trabalham, principalmente a sua própria língua. Conhecer a cultura dos países onde essas línguas são faladas é também indispensável, nomeadamente no que se refere à sua actualidade política, económica e social. É-lhes exigido, ainda, o respeito pelo sentido, estilo e espírito do que traduzem ou interpretam. Os manuais técnicos, por exemplo, exigem ao “tradutor o domínio aprofundado de termos e expressões técnicas, sob pena de induzir em erro quem os lê”. A tradução de um poema requer um conhecimento profundo do seu autor, das respectivas obras e da sua cultura: a linguagem poética baseia-se muito em imagens e metáforas e o tradutor tem que saber reproduzi-las de forma perceptível e, simultaneamente, manter as suas características literárias.
Os “intérpretes”, por seu lado, devem ter uma certa espontaneidade de expressão, dado que a linguagem oral é, normalmente, mais informal que a escrita. Assim, é-lhes necessário conhecer expressões quotidianas e de gíria existentes nos idiomas que dominam e que grande parte das pessoas utiliza quando fala. Devem ter, ainda, uma grande capacidade de concentração e de memória, treino auditivo e rápida compreensão dos discursos orais, de forma a não perderem nenhuma informação: nas conferências, por exemplo, a maioria das pessoas não se lembra que as suas intervenções estão a ser interpretadas, falando muito rapidamente (sobretudo se estiverem a ler). Como agravante, os intérpretes nunca têm a hipótese de voltar a ouvir o que foi dito. É essencial, por isso, que também tenham excelentes faculdades de análise e de síntese, de forma a que, preservando a continuidade e o sentido dos discursos orais, consigam manter o ritmo da intervenção, sem perder informação.
Nos últimos anos, a inovação tecnológica tem trazido algumas modificações ao desempenho destes profissionais. Os tradutores, por exemplo, viram as suas tarefas facilitadas com a ajuda do computador: graças a ele, é-lhes possível trabalhar o texto com mais facilidade e podem instalar software de apoio à sua actividade, como programas informáticos de “tradução”, dicionários electrónicos e bases de dados terminológicas. Este tipo de software é bastante útil nas traduções de textos que utilizam expressões muito técnicas e cujas terminologias não são muito familiares ao tradutor. O Serviço de Tradução da Comissão Europeia, por exemplo, é um grande utilizador de ferramentas informáticas linguísticas para a tradução assistida por computador. As ferramentas que usa vão desde a tradução automática até aos dicionários terminológicos, passando pelos sistemas de memórias de tradução, os quais gerem uma base de dados de frases traduzidas anteriormente. O desenvolvimento informático levou também ao aparecimento de software específico para a tradução e marcação de legendas, permitindo que estas duas tarefas possam ser realizadas simultaneamente.

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Change Tracker: ferramenta “GRÁTIS” para tradutores

tradutores e intérpretes

No nosso trabalho diário, é muito comum, além de ser tradutores, sejamos corretores. E para terminar qualquer tarefa de correção  executadas em qualquer memória de tradução, é sempre importante  gerar um relatório com todas as mudanças.

Change Tracker é uma ferramenta simples que nos permite gerar um relatório com todas as mudanças que fizemos numa tradução. Funciona de forma semelhante ao Comparador ApSIC porque atende uma função muito simples: pegar um documento bilíngue e compará-lo com o seu par corrigido.

A interface é muito intuitiva e fácil de usar, e ainda permite que você edite o relatório feito para incorporar os nossos comentários nas correções (como se estivéssemos fazendo no Microsoft Word).

de mcatrad

DOWNLOAD

ChangeTracker

Version 1.0.2

Tradutora Intérprete “Cristina Achcar”
17-05-08_1751

 

Baixe Grátis PortableCAT: um pacote de ferramentas para tradutores

Baje Gratis PortableCAT: es un paquete de herramientas portables para el traductor

dicas da tradutora e intérprete

Cristina Achcar

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Somos uma empresa de intérpretes tradutores em São Paulo atendemos em todo Brasil com intérpretes francês Inglês -Alemão, e mais 16 idiomas, veja nossos clientes em Facebook.

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“PortableCAT “es un paquete de herramientas portables para el “traductor” creado como parte del material del curso Software libre para la traducción del Máster Universitario TECNOLOC (Universitat Jaume I). Las aplicaciones incluidas se pueden utilizar en equipos con MS Windows sin necesidad de instalación previa. PortableCAT se puede descargar desde:

http://dl.dropbox.com/u/2156706/PortableCAT.zip

click no link acima ou no final da página.

 

Los programas del paquete son software libre,  Además de herramientas generales, se incluyen programas de alineación de textos, extracción de términos, conversión de formatos, explotación de corpus, traducción asistida y gestión de proyectos, entre otras. Para utilizar los programas, se debe descomprimir el archivo zip en la ubicación deseada, que puede ser una memoria USB u otro dispositivo externo o una carpeta local. El tamaño del paquete descomprimido es de aproximadamente 400Mb.

Para facilitar la ejecución de los programas, se utiliza el lanzador de aplicaciones ASuite, programa de licencia libre diseñado para trabajar desde unidades removibles tales como dispositivos USB, discos duros, iPods, etc. Una vez descomprimido el archivo zip, para iniciar PortableCAT se ejecuta el archivo PortableCAT.exe ubicado en la carpeta raíz; al ejecutar el archivo aparecerá un icono en la bandeja de sistema y se desplegará un menú.

DOWMLOAD

To use PortableCAT on Windows-based machines:

  • Download the zip file (PortableCAT2013b.zip 490.7 MB; decompressed: ≈ 1 GB).
  • Unzip to the desired location (root folder of hard drive or USB stick: e.g. C:\PortableCAT or E:\PortableCAT).
  • Open the main folder and run PortableCat.exe.
  • The application launcher will start, displaying a menu and placing a black-cat icon in the system tray. This menu can then be accessed at any time by pressing Alt+C.
  • MCA-TRAD
  • porta dos tradutores e interpretes

Vocalizar bem para uma interpretação perfeita /Vocalizar bien para una interpretación perfecta

interpretar-y-vocalizar1dica de Cristina Achcar

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“intérpretes e tradutores”

de São Paulo

El título es muy claro y quizás incluso obvio. Un intérprete que habla y al que no entendemos puede olvidarse de ser algún día un excelente profesional si no le pone remedio.

Existen muchas técnicas, trucos  y ejercicios  que nos ayudan a ejercer mejor esta maravillosa profesión, y no sólo se viene tratando de habilidades, aunque estas puedan jugar un papel significativo. Sé que me repito una y otra vez pero si no te gusta tu trabajo mejor dedícate a otra cosa, ya que lo que gusta, interesa y apasiona se hace más a gusto y con mejores resultados. Lo siguiente y que sigue muy de cerca el amar tu propia profesión es el arte de vocalizar. ¿Por qué es tan importante en la “interpretación”?

Para responderos a esta pregunta lo haré planteándoos otra pregunta un tanto retórica, a mi parecer: ¿no os ha pasado nunca escuchar a un orador y no entenderle a pesar de hablar la misma lengua? Pues esto es justamente a lo que me refiero al poner hincapié en la importantísima tarea de la vocalización.

Un intérprete que habla y al que no entendemos puede olvidarse de ser algún día un excelente profesional si no le pone remedio.

Los actores profesionales de teatro, ciertos políticos (porque seamos francos, no podemos decir lo mismo de todos), presentadores de televisión y especialistas que hacen de su voz el tesoro más preciado conocen y trabajan con varias metodologías y ejercicios para perfeccionar técnicas del habla en público. Así pues, junto a la vocalización hay que aprender a respirar y controlar la respiración. Existen ejercicios de respiración que permiten una adecuada ventilación pulmonar, y también hay varios ejercicios con el fin de fortalecer y desarrollar el aparato buco-faringeo-laríngeo, cuya práctica diaria es indispensable para todos aquellos que de manera directa o indirecta trabajen con su voz.

micrófono para vocalizar en interpretación

Para ayudaros, vamos a hacer cinco ejercicios muy simples que lo ayudarán a mejorar su dicción y vocalización, tomando nota por favor:

 

  1. Aprender a respirar por la nariz: inspiración y espiración nasal que consiste en una inspiración lenta, suave, profunda y silenciosa. Una vez se inspire hay que hacerlo del mismo modo lentamente, suavemente y silenciosamente.
  2. Respirar es fundamental para calmarse antes y durante una conferencia “encerrados” en una cabina de interpretación.
  3. Aprender a respirar por la boca: inspiración nasal y espiración bucal que consiste en una inspiración lenta, suave, profunda y silenciosa. Una vez se espire hay que hacerlo del mismo modo. La espiración bucal debe de ser muy prolongada.
  4. Trabajar la agilidad de la voz mediante ejercicios de trabalenguas: es muy útil ya que no sólo se necesita una dicción excelente sino que también se aumenta el ritmo, una situación muy similar con la que nos podemos encontrar durante una conferencia si nuestro orador cambiaa de ritmo del discurso.
  5. Trabajar la dicción:  propongo un ejercicio muy sencillo que consiste en ponerse un lápiz en la boca. Notaremos que la lengua choca con el lápiz que es un nuevo obstáculo que nos complica el habla.
  6. Lo que tenemos que lograr es hablar de manera que aún con el lápiz entre los labios, nuestro discurso sea inteligible. Tras unos minutos, nos quitaremos el lápiz y hablaremos normalmente, con más fluidez.
  7. Controlar el ritmo del discurso: ¿y eso qué tiene que ver con la vocalización? Mucho no, lo siguiente. El ritmo puede ser nuestro aliado si sabemos reconocer la constancia, el correcto tono de voz y la tesitura (ni subimos nuestro tono ni lo bajamos para no parecer que estamos cantando). Hay que tener en cuenta que a la hora de sentarse ante un micrófono, la denominada tensión de la emisión hace que el locutor tienda a acelerar la velocidad de su dicción, hasta el punto de ser ininteligible por completo. Por ello, os propongo que os grabéis y os escuchéis. Es una manera fácil de conocer de primera mano vuestro discurso y analizarlo detalladamente.

ejercicios de respiración para mejorar la vocalización

Habría muchos más ejercicios más o menos útiles que podrían facilitarnos la tarea de la vocalización pero hemos querido focalizar nuestra atención en tan sólo cinco de ellos que creemos que son básicos y fundamentales. No nos queda nada más que recordaros que practicar es imprescindible para llegar a dominar las mejores técnicas aliadas para tener una buena dicción y vocalizar para que se nos entienda. La práctica y la constancia son nuestro seguro de vida, no hay que olvidarlo.

Cris Achcar

tradutores e intérpretes

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